O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) chega às vésperas das eleições de 2026 com seu programa de combate à desinformação esvaziado e uma mudança de estratégia sob a gestão do presidente da Corte, Kassio Nunes Marques. O modelo de interlocução construído nas eleições de 2020, 2022 e 2024, baseado em parcerias com plataformas digitais e entidades da sociedade civil, perdeu força e ainda não há definição sobre a renovação desses acordos. Desde que assumiu a presidência do TSE, em maio, Kassio tem defendido uma abordagem menos punitiva no enfrentamento à desinformação. (Folha)
E a PGR defendeu nesta segunda-feira que o TSE rejeite a ação do PL contra a pesquisa AtlasIntel que mostrava o impacto das conversas entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Daniel Vorcaro sobre a campanha do pré-candidato. A pesquisa, divulgada em maio, foi suspensa por decisão liminar de Nunes Marques, e o caso ainda está em análise na corte. (Exame)