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José Kormann, Dr. (Histórias da História)


Dr. José Kormann (Histórias da História)

Historiador


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Miscelânea - 9

Terça, 24 de novembro de 2015

 

É, aí vem de tudo

Vem: história = fato sem maior importância; História = ciência; estória = invencionices; lenda = realidade com imaginação; Ciência = tudo provado; Política = teoria e prática administrativa.

 

Decepção – 1

Joãozinho preparou-se muito bem para fazer a primeira comunhão: estudou todas as lições do catecismo, realizou minunciosamente todos os requisitos de uma boa confissão e ficou em jejum desde o dia anterior como naquele tempo se exigia. Confessou e comungou com grande fervor, sentindo imensa felicidade e profunda alegria. À noite durante o jantar, de rosto brilhante e palavras vibrantes, ele contou que, de agora em diante, queria confessar-se e comungar no mínimo todos os domingos. Mas que terrível e triste decepção! Seu pai, na frente de todos, o chamou de maluco e fanático, dizendo-lhe que isso não se faz e que no máximo uma vez por mês o poderia fazer. Joãozinho, por toda vida, ficou prejudicado.

 

Decepção – 2

Existe um livro chamado O Brilho da Mocidade de autoria de Monsenhor Tihamer Toht. É um livro que todo rapaz adolescente deveria ler, até mais de uma vez. Um mocinho que o leu ficou tão feliz que fez o propósito de mais vezes o ler para que melhor pudesse conduzir sua vida. Mas que terrível e triste decepção! Um professor da disciplina chamada Educação Moral e Cívica e que se fazia de grande moralista e civilista ao ver o aluno de apelido Neno com este livro desprestigiou-o perante toda escola. Neno por toda vida ficou prejudicado pela atitude deseducadora desse professor. Assim como palavras e atos podem construir uma pessoa também a podem destruir. Em palavras, atos e fatos não há como passar um apagador.

 

Decepção – 3

Neco e Nilo eram dois irmãos. Neco era o mais velho e Nilo o mais novo, mas no acontecer do fato ambos tinham pouca idade. Perto de sua casa passava um rio. Era domingo e por lá havia pessoas. Neco já sabia nadar regularmente e o Nilo não. Deu-se que o Nilo escorregou e caiu na água e afundou. Houve muita gritaria. O pai veio correndo. Em quanto isso Neco pulou e salvou o Nilo. Mas que terrível e triste decepção! Algumas pessoas por lá começaram a gritar dizendo que o Neco jogou o Nilo no rio. O pai levou os dois para casa e, em lá chegando, tirou a cinta e surrou o Neco com muita estupidez. Depois se descobriu a verdade, mas o feito estava feito. Por orgulho ninguém se desculpou e anos mais tarde o Neco se matou.

 

Decepção – 4

Era caso vocacional de fundamental importância. O aluno entrou em dúvida. Resolveu consultar seu orientador religioso. Este o recebeu bastante mal humorado e pediu para que rapidamente ele expusesse o seu problema. Após isso o orientador deu uma explicação nervosa e muito sintética. O aluno, já tímido, se atreveu a perguntar novamente. Mas que terrível e triste decepção! O padre estúpido e nervoso respondeu: “E agora me dê licença que os outros já estão jogando baralho e eu também quero jogar”. Mais tarde esse terrível padre abandonou sua vocação e casou-se e o aluno também desistiu apesar de depois descobrir que realmente o sacerdócio teria sido o seu caminho, mas já não mais havia como voltar.

 

Decepção – 5

Havia paganismo no estudo de latim numa escola que muito fazia questão de professar o cristianismo de modo até mesmo bem radical. Também durante o Governo Militar no Brasil, que muito queria combater o comunismo, certo diretor de escola do Ensino Médio costumava reunir os alunos e professores para fazer longos discursos anticomunistas, enquanto que livros didáticos, vários deles, incutiam em seus jovens adolescentes a teoria marxista. Há pais e mães de família que reclamam de vida desbragada nas escolas e até dos trajes que se usa nas ruas e ou mesmo nas igrejas, mas esquecem que vários meios de comunicação ensinam tudo isso dentro de suas famílias. Diz Cristo: “Vigiai e orai”. Só falar pouco adianta: falta coerência.



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