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José Kormann, Dr. (Histórias da História)


Dr. José Kormann (Histórias da História)

Historiador


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Miscelânea - 5

Segunda, 19 de outubro de 2015

 

É, aí vem de tudo

Vem: história = fato sem maior importância; História = ciência; estória = invencionices; lenda = realidade, mais imaginação; Ciência = tudo provado; Política = teoria e prática administrativa.

 

O grande erro do ensino escolar brasileiro

O ensino escolar é construído e destruído. O jesuítico: lindo, maravilhoso, funcional; mas foi destruído, difamado, perseguido e suas bibliotecas queimadas. D. João VI e D. Pedro I o reimplantaram. A regência o destruiu. D. Pedro II o reimplantou. A República o abandonou. Os imigrantes fundaram o seu. O dito “Nacionalismo” do Estado Novo o destruiu. Até hoje não se achou novo caminho. Quando um bom sistema surge, logo vêm os tais “especialistas” e dizem que assim não é democrático, como acontece com as boas escolas de Tocantins e de Mato Grosso, atualmente. Hoje os alunos “estudam” muitas matérias e disciplinas sem se aprofundarem em nenhuma delas. É a dúvida de tudo: a pior inimiga do povo. E, votem.

 

A rotina faz envelhecer

Um novo caixa num supermercado começou a trabalhar. Todos os fregueses gostaram dele. Ele sorria, cumprimentava a todos, atendia com prontidão, rapidez e gostosos dizeres estimulantes efloravam de sua grande simpatia. Mas o tempo passou rápido e ele, apesar de jovem, envelheceu na sua função: ficou igual aos demais: sisudo, sonolento, bocejador, não mais sorria. Ficou velho e, como caixa do supermercado, morreu. E assim, quantos e quantos, morrem em suas funções profissionais e, cadáveres ambulantes, saem pelo mundo a fora contaminando e matando com seus germens de profunda letalidade mortal. Se trabalham apenas com objetos, ainda bem; mas se com seres humanos... E quantos cadáveres por aí.

 

É um Governo que não se governa

É preciso reformar o nosso Governo, pois nem a si próprio não mais com segue governar. É um gigantismo ingovernável. Dessa forma podemos trocar de pessoas no Poder, de partidos com seus programas demagógicos que nada de novo apresentam, reformar nossas leis das quais o Brasil é campeão mundial pelo número que delas tem, ou voltar a um regime militar que tantos já querem, e, apesar disso tudo e muito mais, nada, nada mesmo, vai mudar se não mudarmos radicalmente esse governo que aí está. Vamos acabar com o paternalismo pelo qual todos só querem mamar nas tetas do Governo; vamos eliminar as ideologias que nunca deram certo e valorizar as ideias brasileiras. Chega de copiar. É minimizar este Governo.

 

Nem sempre o povo sabe o que quer

Há muitos e muitos exemplos, mas veja este: durante o Governo Militar, um certo tempo, só em cidades com mis de cem mil habitantes é que os vereadores recebiam salários; nas demais, a maioria do Brasil, os vereadores não recebiam salários; mas depois passaram a recebe-los, porém bem diminutos. Com o novo Governo Civil os salários dos vereadores subiram muito e o povo passou a reclamar, e também muito. Foi então que o vereador Fábio Augustin de Rio Negrinho apresentou na Câmara da qual fazia parte, um projeto de lei reduzindo o salário dos vereadores a zero, ou seja, não mais receberiam salários, exerceriam sua função gratuitamente. A maioria do povo xingou e reclamou. E o Fábio nunca mais se candidatou.

 

O índio Tamandaré e o dilúvio

Dizem que Tamandaré era muito bom. Obedecia às leis de Tupã, as leis da natureza. Ele e sua esposa eram bem fieis, perfeitos cumpridores dessas leis. Mas todos ameríndios haviam-se transviados e não obedeciam a voz de Tamandaré que lhes dizia que Tupã castigaria a todos se não voltassem ao bom caminho, mas ninguém atendia a seu pedido. Certo dia começou a chover demais. Todos fugiram para os altos morros, mas Tamandaré pediu que ficassem à margem do rio. Ninguém ouviu seu clamor. Só ele e sua esposa obedeceram a Tupã. As águas subiram e uma palmeira lhes serviu de canoa e de seus frutos viveram por quarenta dias. Todos morreram, menos Tamandaré e sua esposa e foram eles que repovoaram o mundo.



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