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Moraes e Toffoli reagem a código de conduta no STF

Quinta, 05 de fevereiro de 2026


Moraes e Toffoli reagem a código de conduta no STF

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Foto: Gustavo Moreno/STF

Em meio à pressão por um código de conduta no Supremo Tribunal Federal (STF), ministros da Corte defenderam que os magistrados devem ter direito a atuar fora dos tribunais para ampliar suas rendas, hoje fixadas pelo teto salarial do serviço público em R$ 46.366. Alexandre de Moraes criticou o que chamou de “demonização das palestras”, uma das poucas atividades externas remuneradas que são permitidas à magistratura. A fala ocorre no momento de maior pressão na história recente do STF por conta da crise envolvendo o Banco Master, que expôs relações familiares de ministros com a instituição. O escritório da esposa de Moraes, Viviane Barci de Moraes, manteve um contrato com o Master no valor total de R$ 129 milhões. O episódio acelerou a articulação do presidente da Corte, Edson Fachin, pela criação de um código de ética para ministros, com relatoria da ministra Cármen Lúcia. Após a reação de Moraes, porém, como conta Mônica Bergamo, Fachin cancelou um almoço que teria com os colegas para tratar do código. (Folha)

Dias Toffoli, o criticado relator do caso Master, também defendeu maneiras de os juízes ampliarem seus ganhos. Segundo ele, magistrados devem poder ser sócios de empresas ou proprietários rurais, desde que não exerçam funções de administração. “Vários juízes são fazendeiros, são donos de empresas”, disse Toffoli, em aparte a Moraes. Fundos ligados ao Master compraram participação em um resort dos irmãos de Toffoli no Paraná, onde o ministro já recebeu diversos empresários ligados ao setor financeiro. (CNN Brasil)

Já o STJ vive uma crise criminal envolvendo o ministro Marco Buzzi. Uma jovem de 18 anos o denunciou por suposto assédio sexual durante uma viagem de férias ao litoral de Santa Catarina em janeiro. Em depoimento à polícia, ela acusou Buzzi de tentar agarrá-la repetidamente enquanto se banhava em uma praia de Balneário Camboriú. A família deixou o local e registrou boletim de ocorrência em São Paulo. O Conselho Nacional de Justiça apenas informou que o procedimento está sob análise da Corregedoria Nacional e tramita em sigilo. (Metrópoles



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