Carteira AlternativaCom juros altos, o crédito privado tem ganhado espaço entre os brasileiros que investem. Debêntures, Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) passaram a ocupar parte importante das carteiras, impulsionados por prazos flexíveis, isenção de imposto e rendimento acima da média. Só no primeiro semestre, o setor cresceu 25%, segundo dados da Abecip e da B3. Com a expectativa de queda nos juros só em 2026, investidores ampliam a aposta em papéis estruturados, que vêm ocupando o espaço antes preenchido pela poupança e pelo crédito bancário tradicional. (Meio)
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