Após meses de trabalho por um cessar-fogo e pela libertação de reféns em Gaza, autoridades americanas e israelenses sinalizaram que pressionarão por um acordo abrangente para encerrar a guerra. Os dois governos pretendem dar ao Hamas um ultimato: libertar os reféns restantes e concordar com termos que desarmariam o grupo, ou a campanha militar de Israel continuaria. Mas Mahmoud Mardawi, um representante do Hamas, afirmou que o grupo não havia recebido a proposta e que, embora o Hamas apoiasse a ideia em princípio, não se desarmaria. O governo israelense enfrenta críticas globais pela fome em Gaza e sofre crescente pressão interna para garantir a libertação dos reféns que ainda estão presos lá. Na sexta-feira, o Hamas divulgou um vídeo mostrando Evyatar David, um dos 20 reféns que Israel acredita ainda estarem vivos, “cavando a própria cova” no que parecia ser um túnel subterrâneo. (New York Times)
A movimentação de submarinos nucleares pelos Estados Unidos em reação a posts do ex-presidente russo Dmitry Medvedev, anunciada por Donald Trump, foi recebida com cautela pública pelo Kremlin e entusiasmo pela Ucrânia. Moscou evitou confronto direto, com o porta-voz Dmitry Peskov dizendo que os submarinos já estavam em serviço de combate. Para Kiev, o silêncio russo fala por si. “A Rússia só entende de uma coisa: força”, disse Andriy Yermak, assessor de Volodymyr Zelensky. O presidente ucraniano também revelou que negocia uma nova troca de prisioneiros, com pelo menos 1.200 soldados ucranianos saindo do cativeiro, e intensificou os apelos por sanções energéticas contra Moscou. (Guardian