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Vinícius Fendrich

vinicius.fendrichgmail.com

Vinícius Fendrich

Psicólogo

Educador


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O ANJO E AS ESCOLHAS... (Parte 1)

Segunda, 22 de novembro de 2010

Falar de Anjos é um desafio. São experiências profundas compartilhadas com você, leitor. Comentários que num emaranhado de Seres Celestiais e terrenos, ficção e realidade, espírito e matéria, tecem as vestes que servirão para encontros tantos, podendo estes unir ou afastar. Tudo dependendo de premissas vindas das verdades maiores presentes no universo.

De tempos em tempos, falo um pouco de Anjos.

No ano passado, mais ou menos nessa época, relatei acontecimentos fortes com presença de Anjos. Exatamente dez textos. Interessante que um ano depois, mesmo período, salvaguardadas diferenças pontuais, tudo se repete. São os ciclos precisos e necessários em nossas passagens.

Decisão tomada, pelo sim ou pelo não, em dez textos fecho a atual saga dos Anjos. Estamos no número oito. Pela numerologia envolvemos aqui as provações e a continuidade. Lembrando que o final poderá falar de fim ou de infinito, ainda não sabemos dizer, nem eu, nem meu anjo. Após isso tudo, passo a um tempo de assuntos outros.

Existem momentos na vida em que devemos proceder escolhas. É fundamental que saibamos discernir o que nos faz bem do que nos faz mal. O que nos leva ao crescimento e o que nos leva à estagnação, quando não ao retrocesso. O que tem valor e a o que ingenuamente atribuímos valor inadequado. As raízes doentes do antigo e a vontade de brotar do novo. O largar o igual e o conhecido, para apostar na aventura de dias melhores.

Prudência, sim. Medo, não. O medo paralisa, bloqueia, aprisiona, faz com que tenhamos a falsa impressão de segurança, quando não nos damos conta de que fomos sequestrados. Fomos tirados de nossa leveza e escravizados. O outro passou a ser chefe, patrão, dono. E aceitamos. E nos colocamos na condição de submissos e errantes crônicos, por equivocadamente acharmos que isso é amor. Isso é tudo, menos amor. Isso pode ser psicopatologia, desvio, insegurança, infantilidade, imaturidade, comportamento perverso até. (Continua na próxima edição)



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