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Vinícius Fendrich
Psicólogo
Educador
A vida é um processo dinâmico. E viver é isso, começar constantemente de novo. Todos os dias estamos reiniciando um movimento que nunca terminará, até porque, depois do abandono da parceria com o plano físico, passamos somente ao espiritual.
Então não devemos nos abater frente às adversidades. Problemas existem para que sejam resolvidos e não há questão sem solução. Tudo, uma vez permeando a lógica, o bom senso e pontos de equilíbrio, pode ser gerenciado e equacionado.
Família? Zele por ela. É a mola mestra em nossa história. É de onde viemos. Foi ali que a semente surgiu. Quando todos nos abandonam, pai e mãe permanecem firmes e não importa o que tenhamos feito, se certo ou errado, olham com o coração.
Colegas de estudo? Trata-se de troca saudável e promissora. É o intercâmbio técnico-sócio-cultural. A juntada de experiências nos abre horizontes. E se algum deles promover discórdia, movido por sentimentos menos dignos, não se admire. É do homem o desejar, o invejar, o prejudicar e melhor, o se arrepender.
Colegas de trabalho? É com quem passamos a maior parte do tempo fora de casa. É uma segunda família. Tenhamos a consciência da colaboração e do companheirismo. Um dia é da caça e outro do caçador. Problemas? Não desanimemos. A vaidade derruba e levanta julgamentos sem cessar. Acreditemos que ao final o bem prevalece.
Amigos? Difíceis de encontrar e raridade quando os temos. Tratemo-los como pérolas preciosas, pois são tesouros invioláveis. Nos querem bem mesmo nos conhecendo. Nos aceitam mesmo sabendo de nossas imperfeições. Choram conosco nossas tristezas. Riem nossas alegrias. E o mais difícil, comemoram nossas conquistas. E quando os perdemos? Agradeça ao universo por isso. Se o perdeu é porque verdadeiro nunca foi e é preciso que saibamos com quem estamos lidando. Quantas vezes o afastamento de um é a oportunidade de outro surgir, e muito melhor.
Amores? Ah! Os amores... São o combustível para a alma. Ame sempre, e muito. Pois amar mostra que estamos mais vivos do que nunca. Sedentos por compartilhar. Felizes por dividir o simples, porém insubstituível gostar e ser gostado. E os amores que se vão? Deixe-os ir. Nada pode ser feito então. O que é nosso conosco ficará. Do contrário são lembranças que emocionam, doem, aliviam, mas são parte do passado e do aprender. O novo se coloca e atentos devemos estar. Um amor que termina é ponte fundamental para outro que começa.
O importante é caminhar. O importante é não parar. O importante é saber que o amor inicia e propaga seus efeitos a partir do próprio eu.
Sem medo de errar, ame exaustivamente. E ame ciente de que exatamente por isso, nunca lhe faltará amor.