
Foto: Marina Uezima / Brazil Photo Press via AFP
Pontapé inicial da temporada de debates presidenciais, o encontro promovido pela Band na noite de domingo foi marcado mais pelas ausências que pelas presenças. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), líderes nas pesquisas, avisaram que não compareceriam, o que motivou o ex-governador Romeu Zema (Novo) a também se ausentar. Na porta do estúdio, o escritor Augusto Cury (Avante) ficou sabendo que debateria apenas com Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) e disse que também não iria, mas desistiu da desistência. (UOL)
Com o menor quórum desde a redemocratização, o debate focou em críticas a Lula, com os participantes deixando o filho de Jair Bolsonaro em segundo plano. Renan chamou os eleitores do presidente de “canalhas” e disse não querer os votos deles, com Cury criticando sua agressividade. Já Caiado defendeu que os candidatos ausentes tivessem o registro negado pelo TSE. Os candidatos deram ênfase às suspeitas contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, mas também lembraram a relação de Flávio com o banqueiro Daniel Vorcaro. (Estadão)
Não faltaram frases de efeito. Renan prometeu um “banho de sangue” contra líderes de facções. Cury replicou que o “Estado desorganizado” era pior que o crime organizado. Já Caiado citou os escândalos ligados aos candidatos ausentes: “São dois filmes: Dark Horse e Dark Lobby”. (CNN Brasil)
Fraldas com os nomes de Lula e Flávio levadas por Renan, o vai não vai de Cury e o cochilo de Gilberto Kassab na plateia. Confira o que aconteceu de mais importante no debate da Band. (Globo)