Interlocutores do governo avaliam que o encontro entre Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, que acontece no fim da manhã de hoje na Casa Branca, tende a ocorrer sem sobressaltos. A percepção no Planalto é de que o tom cordial adotado pelo presidente americano em uma ligação telefônica na sexta-feira reduz o risco de um episódio de tensão durante a reunião. A conversa, iniciada por Trump, levou à definição rápida da agenda — um prazo considerado incomum para encontros entre chefes de Estado. Segundo relatos, o republicano demonstrou simpatia e respeito por Lula ao sugerir o encontro presencial. (Globo)
Um dos possíveis temas do encontro, a exploração de terras raras no Brasil ganhou um novo contorno com a aprovação do projeto de lei que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE) pela Câmara dos Deputados nesta quarta-feira. O texto estabelece um fundo garantidor para estimular projetos e crédito tributário de R$ 5 bilhões para incentivar o processamento de minérios no país. De natureza privada, o fundo terá a União como cotista, no limite de R$ 2 bilhões. A proposta segue para o Senado. (g1)