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Sustentabilidade já é fator direto de geração de valor para empresas em 2026

Monday, 16 de March de 2026


Sustentabilidade já é fator direto de geração de valor para empresas em 2026

Exigências regulatórias mais técnicas, critérios ambientais no acesso a crédito e pressão de cadeias globais colocam a gestão ambiental no centro da estratégia corporativa. 

 

A sustentabilidade corporativa já ocupa definitivamente o centro da estratégia empresarial em 2026. O avanço de exigências regulatórias, a ampliação de critérios ambientais no acesso a crédito e o aumento da pressão por rastreabilidade nas cadeias produtivas têm transformado a gestão ambiental em um fator direto de geração de valor, deixando de figurar apenas em pauta reputacional.

Nos últimos anos, o tema esteve fortemente associado à imagem institucional. Agora, passa a impactar decisões de investimento, avaliação de risco e competitividade de mercado. Bancos e fundos têm incorporado critérios ESG em análises de concessão de crédito, enquanto investidores exigem maior previsibilidade regulatória e transparência ambiental antes de aportar recursos.

Para Matheus Forte, sócio fundador da Forte Desenvolvimento Sustentável, a mudança é estrutural. “A sustentabilidade deixou de ser um diferencial reputacional e passou a ser um elemento de governança e de proteção financeira. Empresas que não estruturarem sua gestão ambiental de forma estratégica tendem a enfrentar maior dificuldade no acesso a crédito, maior exposição jurídica e perda de competitividade”.

Setores como construção civil, mercado imobiliário, indústria, agronegócio e infraestrutura já sentem essa transformação de forma mais intensa. Projetos que antes enfrentavam entraves ambientais pontuais passam a demandar planejamento técnico robusto desde a fase inicial, sob risco de atrasos, judicialização e aumento de custos operacionais.

Vivapark Porto Belo é um exemplo de empreendimento sustentável

De acordo com Eduardo Mattos, sócio da Forte, o principal erro das empresas ainda é tratar o tema de forma reativa. “Quando a gestão ambiental entra apenas na etapa final do projeto, ela vira um gargalo. O que estamos vendo é que empresas que integram o licenciamento e a análise de riscos ambientais desde o planejamento conseguem maior previsibilidade, redução de passivos e melhor performance financeira no médio e longo prazo”.

Outro ponto de atenção está na cadeia produtiva. Empresas exportadoras ou que fornecem para grandes grupos internacionais enfrentam exigências crescentes de comprovação de conformidade ambiental, rastreabilidade e governança. A ausência de estrutura técnica adequada pode significar perda de contratos ou exclusão de mercados estratégicos.

Além disso, passivos ambientais, muitas vezes negligenciados em fases de expansão ou aquisição de ativos, têm sido tratados como riscos financeiros relevantes em processos de exportação, ou contratação de crédito, por exemplo. A identificação tardia de irregularidades ou inconsistências em licenciamentos pode comprometer operações, impactar valuation e gerar insegurança jurídica.

Para Matheus Forte, 2026 consolida uma tendência já em curso: “Não se trata apenas de cumprir a legislação. A agenda ambiental hoje influencia diretamente decisões de investimento e expansão. Quem entende isso de forma estratégica transforma obrigação regulatória em geração de valor.”

Em um ambiente de maior rigor regulatório e pressão por transparência, empresas que internalizarem a sustentabilidade como eixo estratégico tendem a reduzir riscos, ampliar acesso a capital e fortalecer sua posição competitiva. Mais do que atender exigências legais, a agenda ambiental passa a ser instrumento de gestão, governança e crescimento sustentável.

Sobre a Forte Desenvolvimento Sustentável

Forte Desenvolvimento Sustentável é uma consultoria estratégica especializada em licenciamento ambiental, certificações e ESG. Atua nacionalmente junto aos setores de mercado imobiliário, construção civil, indústria, agronegócio e infraestrutura, apoiando empresas na adequação regulatória, gestão de riscos e estruturação de estratégias de sustentabilidade. A empresa desenvolve soluções técnicas que integram viabilidade ambiental, segurança jurídica e geração de valor ao negócio.



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