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Sem Netanyahu, Trump assina acordo de paz para Gaza

Terça, 14 de outubro de 2025


Sem Netanyahu, Trump assina acordo de paz para Gaza

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Foto: Saul Loeb/AFP

Foi um dia histórico para israelenses e palestinos. Após mais de dois anos de uma guerra sem paralelos na história recente, enfim Israel e Hamas iniciaram as medidas concretas para cessar as hostilidades e encerrar de forma definitiva o conflito que deixou quase 70 mil mortos, sendo 1,2 mil deles israelenses. Na manhã desta segunda-feira, o Hamas libertou os 20 reféns que ainda estavam vivos em seu poder e iniciou o translado de parte dos 28 israelenses que morreram em Gaza desde 7 de outubro de 2023. Do outro lado, Israel libertou quase dois mil prisioneiros palestinos. Donald Trump foi o grande protagonista desse dia repleto de esperanças e incertezas. Depois de visitar Israel e ser recebido como herói, Trump foi até o Cairo para assinar o acordo que os EUA impuseram a Israel e ao Hamas. Ao lado dos líderes de mais de 20 países — incluindo Egito, Catar e Turquia, mediadores das negociações —, Trump afirmou que uma nova fase começava no Oriente Médio. Nem o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, nem representantes do Hamas estiveram na assinatura. O único envolvido no conflito, ainda que indiretamente, a participar da cerimônia foi o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas. (CNN)

Israel parou para assistir
 à libertação dos últimos 20 reféns vivos, e comemorações foram realizadas em todo o país. Ainda restam em Gaza os restos mortais de 24 reféns, que, segundo o acordo, deverão ser devolvidos em breve, apesar das dificuldades, segundo o Hamas, de localizar todos os corpos daqueles que morreram em cativeiro. Ao todo, mais de 251 pessoas foram sequestradas durante os ataques de 7 de outubro, quando militantes do Hamas e de outras facções palestinas invadiram o território israelense. (Haaretz)

Ao mesmo tempo, Israel iniciou a libertação de 1.968 prisioneiros palestinos, alguns deles importantes líderes do Hamas e de seu grupo rival, o Fatah, que foram condenados à prisão perpétua por tribunais israelenses. Os prisioneiros foram levados para a Cisjordânia — onde uma multidão os esperava em Ramallah — e para Gaza. Apesar das expectativas palestinas, Marwan Barghouti não foi libertado. Líder do Fatah, ele é o prisioneiro mais popular entre os palestinos e considerado uma força unificadora nos territórios ocupados. (Al Jazeera)

Guga Chacra. “Ao contrário de narrativas de propaganda, não há paz: há um cessar-fogo temporário com enormes obstáculos pela frente”. (Globo)

Meio em vídeo
. Donald Trump é iliberal. O mais autoritário presidente americano em mais de um século. Alguém que tensiona a democracia, que desmonta o sistema global baseado em multilateralismo. E se ele fizer algo que realmente permita a paz entre Israel e Palestina? A análise de Pedro Doria no Ponto de Partida. (YouTube)



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