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Sem menção direta ao Brasil, EUA sinalizam isenção para café e cacau

Quarta, 30 de julho de 2025


Sem menção direta ao Brasil, EUA sinalizam isenção para café e cacau

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Foto: Rafael Martins/AFP

A 72 horas da entrada em vigor do tarifaço americano de 50% contra os produtos brasileiros vendidos para os Estados Unidos, finalmente veio uma notícia oficial de Washington que animou os exportadores brasileiros. Em entrevista à rede americana CNBC, o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, afirmou que os produtos alimentícios que não são produzidos internamente no país podem ser isentos de tarifas de importação. Entre eles estariam alimentos estratégicos para os exportadores brasileiros, como café, frutas tropicais, sucos — como o de laranja — e óleo de palma. Lutnick, no entanto, não citou se o Brasil poderia se beneficiar dessa decisão. (Folha)

Seguem as tentativas do governo brasileiro de abrir um canal de diálogo com a Casa Branca. De acordo com interlocutores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, há disposição de Brasília para realizar uma ligação direta com o presidente americano. Segundo diplomatas, Trump, no entanto, parece não se mostrar aberto a uma conversa com Lula. O temor do Itamaraty é que o presidente americano trate o presidente brasileiro da mesma forma como tratou o ucraniano Volodymyr Zelensky ou o sul-africano Cyril Ramaphosa. A avaliação dos diplomatas é de que um contato direto só pode ser feito após um acerto prévio entre Brasília e Washington. (g1)

O líder do governo no Senado, Jacques Wagner (PT-BA), que está em Washington, considerou inviável o telefonema entre Lula e Trump antes da entrada em vigor das tarifas. “Não vamos resolver isso até o dia 1º. É sexta-feira. O encontro de dois presidentes da República não se prepara da noite para o dia”, disse ele. (Estadão)

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, descartou ontem a possibilidade de o Brasil retaliar os produtos americanos importados pelo país nas mesmas condições impostas por Donald Trump. De acordo com o ministro, devolver o tarifaço na mesma moeda não está no cardápio de opções do governo para responder ao imbróglio tarifário. “Estamos pensando no povo brasileiro”, afirmou. O ministro defendeu que as tratativas para resolver o problema devem seguir um protocolo diplomático. “Você não vai querer que o presidente Lula se comporte como o Bolsonaro, abanando o rabo e falando ‘I love you’”, disse o ministro. (CNN Brasil)

Vinícius Torres Freire: “Trump quer vassalagem, em especial no quintal americano. Quer mostrar que vão custar caro tentativas de punições legais de golpistas como ele e Bolsonaro. Chegamos ao ponto de gangues políticas e partidos organizarem um ataque estrangeiro contra o país. O país decente que resta precisa discutir como isolar esse bando.” (Folha)

Meio em vídeo. Quando reage ao ataque frontal de Trump, Lula está se dirigindo a diferentes públicos, com diferentes objetivos e cálculos de custo e benefício. Mas, se capitular à chantagem sem marcar claramente uma posição, Lula e o Brasil só têm a perder. A opinião de Flávia Tavares no Cá entre Nós. (YouTube)



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