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Depoimento ao STF

Terça, 29 de julho de 2025

  

O tenente-coronel Hélio Ferreira Lima afirmou nesta segunda-feira, em depoimento ao STF, que o plano para prender ministros do Supremo, encontrado pela Polícia Federal em sua casa, foi elaborado pela inteligência do Exército. De acordo com ele, o plano, batizado de “Desenho Operacional Luneta”, foi elaborado dentro da 6ª Divisão do Exército, em Porto Alegre (RS). O militar, no entanto, afirmou que o documento foi resultado de um “exercício interno de simulação” e que não havia intenção de colocá-lo em prática. Ferreira Lima faz parte das forças especiais do Exército, conhecidas como Kids Pretos, e disse, em seu depoimento, que o plano fazia parte de uma antecipação de cenários caso as eleições de 2022 fossem fraudadas. (Globo)

O plano previa monitorar, prender ministros do Supremo e “neutralizar” tanto o ministro Alexandre de Moraes quanto o presidente Lula. Ferreira Lima declarou que não deveria ter personificado o estudo em Moraes. Ele também afirmou que as reuniões realizadas na casa do general Braga Netto não continham qualquer ilegalidade. “Era clima de velório, o general chateado ali, mas do jeito dele, sem enlouquecer”, relatou o militar. (g1)

Estadão teve acesso aos mais de 7 mil arquivos encontrados no celular do ex-presidente Jair Bolsonaro, apreendido em maio do ano passado. Além de fotos, áudios e documentos, o aparelho guardava centenas de conversas no WhatsApp que mostram como o ex-presidente se articulava politicamente após deixar o poder. Os dados, em posse da Polícia Federal, revelam que Bolsonaro tentou influir diretamente no Congresso, dando instruções a aliados e aos filhos. (Estadão)

Meio em vídeo. Os bolsonaristas costumam usar um de três argumentos, quando confrontados com este julgamento. Um é tolo, o outro nos faz de tolos, o terceiro é cínico. Vamos encarar os três? O primeiro: não aconteceu nada. É mentira, mas tudo bem, vamos lá. O segundo: tudo o que fizeram era estritamente legal. É o argumento dos advogados do próprio Bolsonaro. E aí vai o terceiro, o cínico: pensar em cometer, planejar um crime, não é, por si só, um crime. A opinião de Pedro Doria no Ponto de Partida. (YouTube)



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