As taxas de desmatamento em terras de afrodescendentes do Brasil, Colômbia, Equador e Suriname são até 55% menores que em outras áreas, segundo um estudo publicado nesta terça-feira na revista científica Communications Earth & Environment, do Grupo Nature. Essas comunidades representam apenas 1% do território total dos quatro países, mas a maior parte dessas terras está entre os 5% dos locais com maior biodiversidade do planeta. No Brasil, as terras quilombolas representam 39% do total pesquisado, com áreas protegidas por titulação registrando 29% menos desmatamento que unidades de conservação sem esse reconhecimento legal. (Poder360)