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Trump vetou plano de Israel para matar líder supremo do Irã

Segunda, 16 de junho de 2025

16 de junho de 2025

Trump vetou plano de Israel para matar líder supremo do Irã

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Foto: Celal Gunes / Anadolu via AFP

confronto entre Israel e Irã entra em seu quarto dia com novos ataques de lado a lado. Enquanto isso, aumenta a pressão sobre Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, para que ele defina seu papel no conflito. Trump mantém declarações públicas pedindo por um acordo entre os países. No domingo, fontes ligadas à Casa Branca revelaram que Trump vetou um plano israelense para assassinar o aiatolá Ali Khamenei, líder máximo do Irã. Informado por Tel Aviv do ataque, o americano insistiu para que a ação fosse direcionada exclusivamente ao programa nuclear iraniano e a forças militares — os dois principais líderes das Forças Armadas e o comandante da Guarda Revolucionária foram mortos na primeira onda de ataques a Teerã. O governo americano avaliou que a morte do aiatolá desestabilizaria de vez a região. Indagado sobre o plano, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, não negou nem confirmou, dizendo apenas: “Vamos fazer o que tivermos que fazer”. (AP)

Os líderes europeus reunidos no encontro do G7 no Canadá planejam passar o dia de abertura pressionando Trump a justificar sua confiança de que Israel e Irã chegarão a um acordo que significará “paz em breve”. Eles querem obter uma resposta definitiva de Trump sobre se ele irá usar a sua influência sobre Netanyahu para pedir um cessar-fogo ou deixar a guerra seguir o seu curso. (Guardian)

Nesta manhã, oito israelenses foram mortos por ataques iranianos, e 92 pessoas ficaram feridas. A embaixada americana em Tel Aviv foi atingida, mas sofreu poucas avarias. Além disso, as forças armadas de Israel detectaram um míssil disparado do Iêmen. E o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, declarou que o Irã não pretende desenvolver armas nucleares, mas prosseguirá o seu direito à energia nuclear e à pesquisa, reiterando o decreto de Khamenei contra as armas de destruição maciça. Na mesma linha, Pezeshkian disse que o Irã não estava buscando uma guerra com Israel, nem a iniciou. (Haaretz)

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) deve convocar hoje uma sessão emergencial em sua sede para discutir as repercussões dos ataques militares nas instalações nucleares do Irã. A sessão foi solicitada pelo Irã e apoiada por Rússia, China e Venezuela. No domingo, bombardeios israelenses à capital iraniana mataram Mohammad Kazemi, chefe do serviço de inteligência da Guarda Revolucionária, e diversos auxiliares. De acordo com o Ministério da Saúde iraniano, 224 pessoas morreram no país desde o início dos bombardeios. (BBC)

Para ler com calma. Israel afirma ter bombardeado o Irã porque o regime dos aiatolás estaria próximo de ser capaz de fabricar uma bomba atômica. Embora o país venha ampliando e fortificando suas instalações para o enriquecimento de urânio, não há sinais conclusivos de que tenha de fato avançado na fabricação de armas nucleares. (Economist)

Steven Erlanger: “Netanyahu acredita que um acordo que permita ao Irã enriquecer urânio significaria um Irã com armas nucleares no futuro, e está empenhado em evitar esse resultado. Aparentemente, ele achou que um acordo entre os EUA e o Irã o teria afastado do seu objetivo de destruir o programa nuclear do Irã e, talvez, ele espera, de provocar a queda da República Islâmica. Mas é altamente improvável que Israel cumpra o objetivo de destruir o programa nuclear do Irã sem o envolvimento ativo dos EUA, ao qual Trump tem resistido até agora”. (NYTimes)



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