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Se o jejum não conduzir você ao amor, não terá nenhum efeito

Segunda, 17 de janeiro de 2022

 

“(…) ‘Os convidados de um casamento poderiam, por acaso, fazer jejum, enquanto o noivo está com eles? Enquanto o noivo está com eles, os convidados não podem jejuar’ (…)” (Marcos 2,19).

 

O jejum para os judeus era manifestação de luto e de tristeza. Na cultura de Jesus o jejum era visto assim: luto e tristeza. Bem diferente para nós, cujo sentido é totalmente ao contrário: tirar alguma coisa para me lembrar que o meu tudo, a minha alegria é Cristo. Por isso, Jesus recomenda que, quando fizermos jejum, não podemos mudar o rosto, e sim viver na alegria, pois tiramos um alimento ou alguma coisa, para nos lembrar que Jesus é o nosso tudo e o espaço maior na nossa vida pertence a Ele. E, se eu vivo n’Ele, por Ele e para Ele, a minha vida é repleta de alegria. Se o jejum não me conduz para o amor, ele não terá nenhum efeito; por mais rigoroso que possa ser o jejum que eu faço, ou que você faça, ele será infértil, vazio e em vão. 

Quando fizermos jejum, não podemos mudar o rosto, e sim viver na alegria

Nós somos convidados constantemente a essa festa de casamento, que é símbolo de aliança de Deus com toda a humanidade. Convidado significa ser chamado a fazer parte da vida de alguém; esse alguém é Cristo, que me chama e te chama à união profunda com Ele. Nós precisamos ser modelo de piedade, de espiritualidade, de obediência aos mandamentos; mas, muito mais, nós precisamos ser no mundo mestres da alegria, e não torturadores de consciência, impondo aos nossos irmãos fardos pesados e vazios. 

Hoje, o que você é capaz de tirar da sua vida por amor a Deus?

O foco do jejum não é em si a privação de alguma coisa, a renúncia, a abstinência, e sim aprender a saborear a presença de Jesus, a presença do Esposo, que é Cristo, que é a nossa alegria, a nossa força, o nosso alimento, o nosso sustento e a nossa vida. A imagem do esposo representa tão bem a nossa união com Deus, é um amor que precisa ser recíproco, uma só carne, uma comunhão profunda de alma e de coração.

Deus me ama tanto! Deus te ama tanto! E a Sua maior prova de amor foi quando o pregamos na cruz e Ele nos perdoou; deu a vida por nós, por mim e por você. E, agora, eu te pergunto: “O quanto você ama a Deus?”. Porque o tema de hoje fala sobre o jejum. Então, “O que você é capaz de fazer por Deus?”. “O que você, hoje, é capaz de tirar da sua vida por amor a Deus?”.  E não digo somente sobre os alimentos, mas digo também sobre comportamentos, atitudes, situações, pecados que precisamos tirar do nosso coração, para que Deus seja, de fato, tudo na nossa vida, a nosso única alegria.

Sobre todos vós, a bênção do Deus Todo-poderoso. Pai, Filho e Espírito Santo. Amém!

Padre Donizete Ferreira

 

Sacerdote da Comunidade Canção Nova.



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