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Maiores doações de campanhas em SC são dos próprios candidatos

Quarta, 03 de outubro de 2018

Dentre as 10 maiores doações de campanhas políticas neste ano em Santa Catarina, oito foram realizadas pelos próprios candidatos aos cargos, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral. Eles investiram R$ 3,35 milhões, na tentativa de manter os mandatos ou de se eleger pela primeira vez. A soma é superior ao dobro das 10 maiores doações feitas por pessoas físicas nas campanhas, cujo valor chega a R$ 1,23 milhão.

Quem mais investiu na própria carreira política foi o empresário Jorge Cenci (PSB). O dono da empresa Sênior Sistemas, de Blumenau, aplicou R$ 1,36 milhão para tentar se eleger como deputado federal. Esta é a primeira vez que ele vai concorrer ao cargo. O valor é equivalente a 7,8% de todos os bens que ele declarou possuir.

 

Procurado, ele respondeu, por e-mail, que decidiu bancar a campanha praticamente sozinho. "Não utilizo fundo partidário e nem eleitoral. Sou transparente em tudo que faço e resolvi investir em um projeto de futuro para o Brasil. Tenho o propósito de legislar para o fim de aplicar na gestão pública os conceitos que aprendi na iniciativa privada para melhorar a eficiência e, por fim, ao desperdício e à corrupção", afirmou.

Cenci é seguido por outro empresário, Nilso José Berlanda (PR), de Curitibanos. Ele já declarou ter usado R$ 463 mil de recursos próprios para voltar a ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). Em 2014, ele tinha sido eleito como suplente e chegou a assumir o cargo de deputado estadual.

Na terceira posição, está Carlos Humberto (PR), que também é empresário. À Justiça Eleitoral, ele informou que vai investir R$ 400 mil na tentativa de se tornar deputado estadual.

Um caso que também chama a atenção é o do ex-presidente da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan), Valter Gallina. O candidato, que tenta uma vaga como deputado estadual, afirmou à Justiça que vai investir R$ 300 mil do próprio bolso na campanha. O valor corresponde a 34% de todos os bens que ele disse ter, já que o patrimônio declarado chega a R$ 881,8 mil.

Gallina diz que resolveu tirar o dinheiro da própria poupança para participar das eleições. 

— Como eu não tenho recursos do fundo partidário, eu tenho recursos da minha poupança. Resolvi investir para ajudar os catarinenses. Fiz muitas obras, muitas ações. Espero que o povo reconheça — diz o candidato, afirmando que, se não ganhar, vai compreender o recado de que é mais útil no Executivo do que no Legislativo

 

Maior doador do Brasil investe em candidaturas catarinenses

O fundador da Cosan, Rubens Ometto Silveira Melo, foi a pessoa que mais colocou dinheiro em campanhas políticas em Santa Catarina, sem ser candidato. Conforme a Justiça Eleitoral, ele aplicou R$ 250 mil, divididos nos comitês de João Amin (PP), Paulo Bauer (PSDB) e Valdir Colatto (MDB). 

Ainda consta uma doação de R$ 100 mil ao diretório municipal do MDB de Jaraguá do Sul. O empresário também é o maior doador de campanhas políticas no país. Ele investiu R$ 6,63 milhões em diversos estados.

O segundo lugar na lista de doadores fica com a empresária Vanira Tereza Gomes Adami, sócia majoritária da Adami S.A., de Caçador. Conforme o TSE, ela doou R$ 187 mil, divididos nas campanhas de Marcos Vieira (PSDB), Gelson Merisio (PSD) e Valdir Cobalchini (MDB).

 

fonte:http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2018/10/maiores-doacoes-de-campanhas-em-sc-sao-dos-proprios-candidatos-10602179.html



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