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O oceano azul da internacionalização para prestadores de serviço: por que pequenas empresas brasile

Thursday, 23 de April de 2026


O oceano azul da internacionalização para prestadores de

serviço: por que pequenas empresas brasileiras estão

descobrindo o Mercosul como plataforma global

 

Durante décadas, internacionalização foi uma palavra associada exclusivamente à

indústria.

Exportar. Produzir fora. Abrir fábricas.

Mas esse cenário mudou.

Hoje existe um movimento silencioso — e estratégico — acontecendo na América do

Sul: prestadores de serviço, profissionais liberais e pequenas empresas brasileiras

começaram a descobrir que também podem se internacionalizar com segurança jurídica,

previsibilidade tributária e acesso a receitas em moeda forte.

E talvez o principal destino desse movimento seja o Paraguai.

Não por acaso.

Mas por oportunidade.

 

O maior obstáculo ainda é mental — não financeiro

Existe um mito no Brasil:

internacionalizar é caro.

Na prática, o que impede a maioria dos empresários brasileiros de dar esse passo é:

• desconhecimento

• insegurança tributária

• falta de orientação estratégica

• visão limitada sobre o que significa internacionalização

Ou seja:

é uma barreira cultural.

 

O empreendedor brasileiro é prestador de serviço — não industrial

Hoje:

• 97% das empresas brasileiras são micro e pequenas

• mais de 13 milhões são MEIs

• cerca de 64% dos novos negócios estão no setor de serviços

• pequenas empresas representam aproximadamente 26% do PIB nacional

• geram mais de metade dos empregos formais privados

Isso muda completamente a pergunta:

se o Brasil é formado por prestadores de serviço, por que a internacionalização ainda é

tratada como estratégia industrial?

 

O Paraguai vive um momento histórico — mas poucos perceberam o

oceano azul

A Lei de Maquila colocou o Paraguai no radar industrial internacional.

Mas existe algo ainda mais relevante acontecendo:

a indústria cria ecossistemas.

E ecossistemas precisam de serviços.

Hoje existe demanda crescente por:

• manutenção industrial

• engenharia aplicada

• tecnologia e inovação

• arquitetura e construção

• marketing e comunicação

• logística e representação comercial

• consultoria estratégica

• serviços médicos especializados

Ou seja:

existe um novo mercado sendo formado ao redor da industrialização paraguaia.

Esse é o oceano azul.

 

Internacionalizar não é sair do Brasil

Internacionalização não é fuga.

É expansão inteligente.

É diversificação geográfica de receita.

É proteção patrimonial.

Hoje já é possível:

• emitir faturas internacionais

• receber pagamentos em dólar

• operar com tributação sobre lucro

• acessar sistema financeiro internacional

• estruturar receitas fora do Brasil com segurança jurídica

 

Isso muda completamente a matemática do pequeno negócio.

 

Exportação de serviços já é realidade acessível

Prestadores brasileiros já podem atuar internacionalmente com:

consultoria

serviços técnicos

conselho estratégico

tecnologia e inovação

Na exportação de serviços via Paraguai:

não há incidência de IVA (10%)

restando apenas tributação sobre lucro empresarial.

Isso representa uma mudança estrutural de competitividade internacional.

 

Internacionalização também é proteção patrimonial

Outro ponto pouco discutido:

dolarização patrimonial.

Hoje já existem oportunidades como:

 

• lotes residenciais a partir de aproximadamente US$ 30 mil

• entrada média de 20%

• parcelas próximas de US$ 500

• financiamento direto com construtora

• contratos estruturados com juros simples

Esse modelo permite iniciar presença patrimonial internacional com previsibilidade e

segurança.

 

A renda imobiliária internacional muda a lógica do investimento

Lofts e studios no Paraguai hoje podem gerar retornos médios entre:

0,8% e 1,2% ao mês

No Brasil, após impostos e custos operacionais:

0,3% a 0,4% ao mês.

Mas existe um fator ainda mais relevante:

moeda forte.

Patrimônio dolarizado preserva valor no tempo.

 

A escassez industrial virou oportunidade

Hoje existe falta de galpões industriais disponíveis no Paraguai.

Isso abriu espaço para:

• projetos BTS

• investimentos logísticos

• locações industriais estruturadas

Valores médios atuais giram próximos de:

US$ 5 por metro quadrado

em regiões estratégicas.

 

O metro quadrado industrial ainda está em fase inicial

Áreas industriais próximas de:

US$ 50 mil a US$ 60 mil por hectare

mostram que o país ainda está em fase inicial de valorização.

Esse é o momento típico de posicionamento estratégico.

 

Estabilidade econômica e previsibilidade institucional

O Paraguai mantém historicamente:

• inflação controlada

• política fiscal conservadora

• tributação simples

• estabilidade monetária regional relevante

O guarani é considerado uma das moedas mais estáveis da América Latina no longo

prazo histórico.

Além disso:

mandato presidencial único de cinco anos

sem reeleição

favorece continuidade de políticas econômicas estruturais.

O Paraguai é uma plataforma de conexão com o mundo

Internacionalização via Paraguai não significa atuar apenas no país.

Significa acessar o mundo.

Hoje o Paraguai permite:

• importação da China

• importação da Europa

• importação dos Estados Unidos

• exportação de serviços

• operações de trading internacional

• operações logísticas regionais

Isso transforma o país em uma plataforma estratégica dentro do Mercosul.

 

Internacionalização precisa ser acessível a todos

Existe uma crença antiga:

internacionalização começa quando a empresa cresce.

Na realidade:

muitas empresas crescem porque internacionalizam.

Foi exatamente dentro dessa visão que nasceu o

Programa de Internacionalização e Expansão Mercosul (PIEM)

O objetivo do programa é democratizar o acesso ao conhecimento internacional para:

• profissionais liberais

• prestadores de serviço

• pequenos empresários

• médias empresas

• investidores

• executivos

Porque internacionalização não começa com investimento.

Começa com visão.

A primeira turma do programa está sendo estruturada neste momento com uma lista

VIP inicial para os 20 primeiros participantes interessados, que terão acesso às

condições especiais da turma inaugural.

 

Nasce também um novo espaço de integração internacional no Mercosul

Como parte dessa agenda de internacionalização regional, está sendo estruturado o

Fórum Internacional CN Mercosul 2027, com realização prevista para março de 2027,

no Paraguai.

O Fórum nasce com o objetivo de reunir:

empresários

investidores

prestadores de serviço

executivos

instituições

especialistas internacionais

 

em torno de uma agenda estratégica de integração econômica, expansão empresarial e

oportunidades no Mercosul.

A proposta é consolidar o Paraguai como plataforma de conexão entre empresas

brasileiras e o ambiente internacional.

 

Pequenas empresas também podem ser internacionais

Hoje já é possível:

• prestar serviços para outros países

• receber receitas em dólar

• estruturar presença regional

• operar com trading internacional

• diversificar patrimônio

• participar do crescimento industrial do Mercosul

Mesmo negócios pequenos podem atuar internacionalmente quando possuem

orientação adequada.

 

O conhecimento é o primeiro passo da internacionalização

Programas estruturados como o PIEM e iniciativas como o Fórum Internacional CN

Mercosul 2027 surgem justamente para ampliar o acesso ao ambiente internacional

para empresários que nunca imaginaram que poderiam atuar fora do Brasil.

A internacionalização deixou de ser privilégio de multinacionais.

Virou estratégia.

E talvez este seja o melhor momento para começar.

 

Jonathan Roger Linzmeyer

Empresário, Conselheiro Consultivo e Mentor Internacional

CEO – CN Mercosul



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