O oceano azul da internacionalização para prestadores de
serviço: por que pequenas empresas brasileiras estão
descobrindo o Mercosul como plataforma global
Durante décadas, internacionalização foi uma palavra associada exclusivamente à
indústria.
Exportar. Produzir fora. Abrir fábricas.
Mas esse cenário mudou.
Hoje existe um movimento silencioso — e estratégico — acontecendo na América do
Sul: prestadores de serviço, profissionais liberais e pequenas empresas brasileiras
começaram a descobrir que também podem se internacionalizar com segurança jurídica,
previsibilidade tributária e acesso a receitas em moeda forte.
E talvez o principal destino desse movimento seja o Paraguai.
Não por acaso.
Mas por oportunidade.
O maior obstáculo ainda é mental — não financeiro
Existe um mito no Brasil:
internacionalizar é caro.
Na prática, o que impede a maioria dos empresários brasileiros de dar esse passo é:
• desconhecimento
• insegurança tributária
• falta de orientação estratégica
• visão limitada sobre o que significa internacionalização
Ou seja:
é uma barreira cultural.
O empreendedor brasileiro é prestador de serviço — não industrial
Hoje:
• 97% das empresas brasileiras são micro e pequenas
• mais de 13 milhões são MEIs
• cerca de 64% dos novos negócios estão no setor de serviços
• pequenas empresas representam aproximadamente 26% do PIB nacional
• geram mais de metade dos empregos formais privados
Isso muda completamente a pergunta:
se o Brasil é formado por prestadores de serviço, por que a internacionalização ainda é
tratada como estratégia industrial?
O Paraguai vive um momento histórico — mas poucos perceberam o
oceano azul
A Lei de Maquila colocou o Paraguai no radar industrial internacional.
Mas existe algo ainda mais relevante acontecendo:
a indústria cria ecossistemas.
E ecossistemas precisam de serviços.
Hoje existe demanda crescente por:
• manutenção industrial
• engenharia aplicada
• tecnologia e inovação
• arquitetura e construção
• marketing e comunicação
• logística e representação comercial
• consultoria estratégica
• serviços médicos especializados
Ou seja:
existe um novo mercado sendo formado ao redor da industrialização paraguaia.
Esse é o oceano azul.
Internacionalizar não é sair do Brasil
Internacionalização não é fuga.
É expansão inteligente.
É diversificação geográfica de receita.
É proteção patrimonial.
Hoje já é possível:
• emitir faturas internacionais
• receber pagamentos em dólar
• operar com tributação sobre lucro
• acessar sistema financeiro internacional
• estruturar receitas fora do Brasil com segurança jurídica
Isso muda completamente a matemática do pequeno negócio.
Exportação de serviços já é realidade acessível
Prestadores brasileiros já podem atuar internacionalmente com:
consultoria
serviços técnicos
conselho estratégico
tecnologia e inovação
Na exportação de serviços via Paraguai:
não há incidência de IVA (10%)
restando apenas tributação sobre lucro empresarial.
Isso representa uma mudança estrutural de competitividade internacional.
Internacionalização também é proteção patrimonial
Outro ponto pouco discutido:
dolarização patrimonial.
Hoje já existem oportunidades como:
• lotes residenciais a partir de aproximadamente US$ 30 mil
• entrada média de 20%
• parcelas próximas de US$ 500
• financiamento direto com construtora
• contratos estruturados com juros simples
Esse modelo permite iniciar presença patrimonial internacional com previsibilidade e
segurança.
A renda imobiliária internacional muda a lógica do investimento
Lofts e studios no Paraguai hoje podem gerar retornos médios entre:
0,8% e 1,2% ao mês
No Brasil, após impostos e custos operacionais:
0,3% a 0,4% ao mês.
Mas existe um fator ainda mais relevante:
moeda forte.
Patrimônio dolarizado preserva valor no tempo.
A escassez industrial virou oportunidade
Hoje existe falta de galpões industriais disponíveis no Paraguai.
Isso abriu espaço para:
• projetos BTS
• investimentos logísticos
• locações industriais estruturadas
Valores médios atuais giram próximos de:
US$ 5 por metro quadrado
em regiões estratégicas.
O metro quadrado industrial ainda está em fase inicial
Áreas industriais próximas de:
US$ 50 mil a US$ 60 mil por hectare
mostram que o país ainda está em fase inicial de valorização.
Esse é o momento típico de posicionamento estratégico.
Estabilidade econômica e previsibilidade institucional
O Paraguai mantém historicamente:
• inflação controlada
• política fiscal conservadora
• tributação simples
• estabilidade monetária regional relevante
O guarani é considerado uma das moedas mais estáveis da América Latina no longo
prazo histórico.
Além disso:
mandato presidencial único de cinco anos
sem reeleição
favorece continuidade de políticas econômicas estruturais.
O Paraguai é uma plataforma de conexão com o mundo
Internacionalização via Paraguai não significa atuar apenas no país.
Significa acessar o mundo.
Hoje o Paraguai permite:
• importação da China
• importação da Europa
• importação dos Estados Unidos
• exportação de serviços
• operações de trading internacional
• operações logísticas regionais
Isso transforma o país em uma plataforma estratégica dentro do Mercosul.
Internacionalização precisa ser acessível a todos
Existe uma crença antiga:
internacionalização começa quando a empresa cresce.
Na realidade:
muitas empresas crescem porque internacionalizam.
Foi exatamente dentro dessa visão que nasceu o
Programa de Internacionalização e Expansão Mercosul (PIEM)
O objetivo do programa é democratizar o acesso ao conhecimento internacional para:
• profissionais liberais
• prestadores de serviço
• pequenos empresários
• médias empresas
• investidores
• executivos
Porque internacionalização não começa com investimento.
Começa com visão.
A primeira turma do programa está sendo estruturada neste momento com uma lista
VIP inicial para os 20 primeiros participantes interessados, que terão acesso às
condições especiais da turma inaugural.
Nasce também um novo espaço de integração internacional no Mercosul
Como parte dessa agenda de internacionalização regional, está sendo estruturado o
Fórum Internacional CN Mercosul 2027, com realização prevista para março de 2027,
no Paraguai.
O Fórum nasce com o objetivo de reunir:
empresários
investidores
prestadores de serviço
executivos
instituições
especialistas internacionais
em torno de uma agenda estratégica de integração econômica, expansão empresarial e
oportunidades no Mercosul.
A proposta é consolidar o Paraguai como plataforma de conexão entre empresas
brasileiras e o ambiente internacional.
Pequenas empresas também podem ser internacionais
Hoje já é possível:
• prestar serviços para outros países
• receber receitas em dólar
• estruturar presença regional
• operar com trading internacional
• diversificar patrimônio
• participar do crescimento industrial do Mercosul
Mesmo negócios pequenos podem atuar internacionalmente quando possuem
orientação adequada.
O conhecimento é o primeiro passo da internacionalização
Programas estruturados como o PIEM e iniciativas como o Fórum Internacional CN
Mercosul 2027 surgem justamente para ampliar o acesso ao ambiente internacional
para empresários que nunca imaginaram que poderiam atuar fora do Brasil.
A internacionalização deixou de ser privilégio de multinacionais.
Virou estratégia.
E talvez este seja o melhor momento para começar.
Jonathan Roger Linzmeyer
Empresário, Conselheiro Consultivo e Mentor Internacional
CEO – CN Mercosul