Na corrida eleitoral aumentam as pressões no entorno petista para que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, aceite se candidatar ao governo de São Paulo para que o partido tenha um palanque forte no mais populoso estado do país. Dessa vez, a artilharia veio da ministra do Planejamento, Simone Tebet, cotada para disputar o senado por São Paulo. De acordo com ela, Fernando Haddad, e o vice-presidente Geraldo Alckmin são os nomes mais fortes do governo Luiz Inácio Lula da Silva para disputar o governo paulista. “Se estamos falando em puxar votos para a majoritária federal, Haddad e Alckmin no governo do estado têm mais força”, disse ela, após evento no Palácio do Planalto. (g1)
E candidatura de Carlos Bolsonaro (PL) para o Senado por Santa Catarina provocou um novo racha familiar. Nesta quarta-feira a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro declarou apoio público à candidatura ao Senado da deputada Caroline de Toni (PL), que lidera as pesquisas e disputava uma vaga com Carlos. Em postagens nas redes sociais, Michelle compartilhou fotos ao lado de Caroline e também do ex-presidente Jair Bolsonaro com a deputada, sinalizando respaldo político. “Estaremos com você”, escreveu. O esforço, porém, não deu resultado. Ao ouvir do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que uma vaga iria para Carlos e outra para um partido aliado, a deputada anunciou sua saída da legenda. (UOL)
Pedro Doria: “A nova pesquisa Meio/Ideia mostra com clareza que esta será uma eleição bastante disputada. O segundo turno, se as coisas seguirem como estão, será entre Lula e Flávio Bolsonaro. E não há favorito nesse jogo”. A análise completa no Ponto de Partida. (Meio)