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Pedro Alberto Skiba

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Pedro Alberto Skiba (Reticências)

Diretor do Jornal Evolução

Conselheiro da Ordem dos Jornalistas do Brasil

Patrono da Associação Catarinense de Colunistas Sociais (ACCS)

Membro da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (Alvi)

Vice-presidente do Conselho Deliberativo  da Federação Brasileira de Colunistas Sociais (Febracos)

Diretor de Comunicação da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo (Abrajet/SC)

Consul do Poetas del Mundo

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LEILÃO ESCOLAR

Sexta, 03 de dezembro de 2010

Já houve alguém que disse que educação é cara, mas também que alguém recomendou experimentar a ignorância. O tema é polêmico e a cada final de ano, por ocasião das renovações das matrículas, a cena se repete. São pais reclamando da distância das escolas. Lembro que eu caminhava mais de 10 quilômetros para ir à aula, não tinha bicicleta, nem transporte escolar. Também não tinha merenda. Era o pão caseiro com doce - e sem refrigerante. Também são vários os exemplos de pessoas bem sucedidas que não tinham apartamento mobiliado, carro  do ano na garagem, nem prêmio por passar de ano. Antigamente, passar de ano era obrigação, pois era o mínimo que se esperava de quem apenas estudava. Também não são raros os exemplos de pessoas que moraram em pensões e repúblicas dividindo quartos com estranhos, lavando suas próprias roupas e trocando vale almoço pelo jantar. Estudavam à noite depois de um longo e penoso dia de trabalho. Hoje são pessoas bem sucedidas e resolvidas, sem traumas e sem necessidade de ficar na poltrona de um psicólogo procurando a causa de seu fracasso profissional. Ah! As escolas eram todas públicas e muitas vezes isoladas, o que já refletia a distância. Apenas uma professora para todas as turmas de primeira à quarta e que idolatrávamos e respeitávamos. Tinha também os castigos e que ajudaram muito na formação e no respeito. Não tinha Conselho Tutelar nem APP. Tinha, sim, um sempre enérgico Inspetor Escolar, uma diretora ou diretor que, quando raramente tínhamos que visitá-lo no gabinete, a cueca tinha que ser trocada e o rubor da face não escondia o vexame. Se entrava em aula em fila, silêncio e se exaltava os símbolos nacionais. Hasteamento da Bandeira e o canto do Hino Nacional. Se forjavam homens e cidadãos. Quanta diferença! Hoje  professor virou tio ou tia, diretora se chama apenas pelo nome. Se o professor passar a mão na cabeça do aluno, é assédio. Se der um tapinha nas costas, é agressão. Se chamar a atenção, está humilhando. Afinal que tipo de cidadão estamos produzindo? Pais invadem salas para defender os filhos sem ao menos procurar saber o que seus "anjos" fizeram. Pais exigem a troca e o desemprego de professores porque são eles que pagam indiretamente os salários e se julgam no direito. Pais querem o melhor para seus filhos, nem que seja para dar apenas status, pois a cobrança do comportamento e do aprendizado é secundária. Fazem filhos em série e agem com eles como se fosse objeto de troca, de barganha. "Se você me der desconto, matriculo meus quatro filhos na tua escola". O choro é livre, mas o carrão importado está estacionado no pátio aguardando a negociação e para esta compra não houve pechincha. Cada um legisla em causa própria, mas a cidadania ensina que levar vantagem em detrimento de outros também é corrupção. Quanto pai abdica do final de semana na praia, da cervejinha, do cigarro, do carro do ano, da mensalidade do clube para investir na educação do filho?  Diante de alguns comportamentos fica difícil saber que cidadãos estamos preparando e querendo deixar par o mundo e não que mundo estamos deixando para nossos jovens.

 

Acorda, São Bento!
Não gosto de ser repetitivo, mas às vezes não tem como evitar. Afinal, embora para alguns não pareça, sou preocupado com as coisas da cidade e com o bem estar de sua população. Posso pecar pela persistência, mas nunca pela omissão. Soube nesta semana que de cada 1.000 policiais militares formados pela academia, estatisticamente 500 são distribuídos para Florianópolis, Joinville e Blumenau - os restantes, para os outros 290 municípios, ungidos por seus padrinhos políticos. Soube também que o maior número de efetivo até hoje não superado nem igualado em São Bento do Sul, mesmo sem quartel, foi em 1983. Aqui vale o ditado: quem não chora, não mama. Quem não tem padrinho, morre pagão. Quem não tem voz, não se faz ouvir. Quem não se organiza, mobiliza, pede, briga, resmunga, bate na mesa e exige, também fica no esquecimento. Há meses o Evolução e a FM Liberdade deflagraram uma campanha pedindo maior efetivo para as nossas polícias. Distribuímos e-mails prontos e endereçados pedindo inclusive que as pessoas, ao invés de ficarem enviando correntes e outras besteiras, remetessem os mesmos que tinham como destino o governador, os deputados, o secretário de Segurança e outras autoridades. Foi mais ou menos como chorar em sepultura errada e mandar lembrança para quem não conhecemos. Ninguém se interessou. Ninguém se envolveu. Desculpem, mas somos mesmo um "povinho" que sequer usa seu direito de cidadania. Que gosta de reclamar em mesa de boteco, mas na hora de pegar junto ninguém quer mostrar a cara. Portanto, vamos continuar pagando nossos impostos, votando e reclamando dos políticos. Na hora do aperto queremos um policial em cada porta, em cada esquina, mas esquecemos de fazer nossa parte. Nada será feito só porque nos orgulhamos dos olhos azuis e dos cabelos loiros. Vamos agir como cidadãos por inteiro. Vamos cobrar de nossas entidades de classe uma posição mais contundente ou então enfiar a cabeça na terra, como fazem os avestruzes.

 

Apelo
Aos guardas de suspensório amarelo. Por favor orientem o trânsito ao menos nos horários de pico na confluência da Felipe Schmidt com a Barão do Rio Branco. Nem na Rocinha é tão complicado.

 

Papai Noel me contou
O  PT está adoçando a boca do ex-prefeito de Piên, o médico Francisco Marques. Com Dilma presidente, seria um mumu coligar com alguém e ganhar a eleição.

 

 

VENENOSAS

- Você que me mandou correntes, mensagens e tudo que me incentivava a repassar que eu iria ganhar dinheiro e me dar bem,  quero avisar que não deu certo. Portanto, em 2011, vamos simplificar um pouco e tornar as coisas mais fáceis. Mande diretamente o dinheiro. Ligue e te fornecerei o número da conta.

- No Rio de Janeiro, o governo decretou o fim do TRÁFICO. Em São Bento do Sul, as autoridades resolveram acabar com o TRÁFEGO. Tá cada dia mais difícil circular pelas ruas do Centro.

- Aliás, o semáforo em frente ao Shopping Zipperer, que deveria ser reatividado já faz um mês, é uma demonstração clara.

- E os pitonizas, profetas do apocalipse e vítimas da síndrome do pânico do Dólar barato que previam o fim de São Bento do Sul, como ficam agora que a economia está bombando, venda de carros uma loucura, construção civil sem precedentes e oferta de emprego sobrando? O que falta mesmo é mão de obra.

- Tem gente deixando o espeto corrido e se tornando vegetariana. Na cadeia, mignón e picanha nem para o administrador.

- Traficantes dizem que se o Bope continuar reagindo vão trazer Adriano e Wagner Love para reforçar a equipe.

- Se o Adriano e Wagner Love não der jeito, eles tem o plano "B", o demolidor Goleiro Bruno.

- Capitão do Bope acaba de falar pro 07: "Matou três, pede música no Fantástico". Ele já está fazendo a lista de músicas que vai pedir.

- Já estão roubando de novo para o Corinthians... O Bope está atacando a Vila Cruzeiro e a Baixada Fluminense.



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