O presidente do Irã, Masud Pezeshkian, advertiu neste domingo que qualquer ataque contra o líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, será considerado uma declaração de guerra. Manifestantes relatam repressão com tiros nos protestos, que duram mais de 20 dias, e pedem fim do regime dos aiatolás. Cerca de 5 mil pessoas já morreram em decorrência da violência, afirmou a agência de notícias Reuters. Enquanto isso, o acesso à internet foi parcialmente restabelecido no país, após 10 dias de bloqueio nacional. (g1)
Mariliz Pereira Jorge: “Por que tantas organizações feministas e celebridades se calam diante da repressão às iranianas? Neste vídeo, a coluna discute como o medo de “parecer imperialista” e o purismo ideológico viraram mordaça, transformando direitos das mulheres em pauta seletiva — e por que a causa das iranianas deveria ser óbvia, universal e inegociável para qualquer defesa séria de direitos humanos”. Confira em De Tédio a Gente Não Morre. (Meio)