
Foto: Divulgação/Agência SP
A crise de intoxicações por metanol, já com 209 casos investigados e 16 confirmados, expôs a vulnerabilidade da cadeia de bebidas alcoólicas no Brasil. O descarte irregular de garrafas, vendidas até por R$ 1 na internet, alimenta a falsificação e a produção clandestina. Falhas de fiscalização e a atuação de distribuidores “paralelos” também ampliam o risco, já que muitos bares compram produtos sem nota fiscal, atraídos por preços muito abaixo do mercado. O setor ilícito de bebidas movimenta R$ 62 bilhões por ano no país. (Globo)
A Advocacia-Geral da União (AGU) notificou no domingo a Meta para que a plataforma tome medidas imediatas de bloqueio e remoção de conteúdos e grupos que promovem a venda ilegal de garrafas, lacres, tampas e rótulos de bebidas alcoólicas. A notificação foi feita por meio da Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia (PNDD). (Metrópoles)
Enquanto o Rio de Janeiro investiga uma primeira suspeita de intoxicação por metanol, a prefeitura carioca apreendeu 401 garrafas de bebidas destiladas de ambulantes ilegais nas praias das zonas Sul e Sudoeste. A ação fez parte da Operação Verão, realizada de sexta-feira a domingo. (Globo)
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), participou no sábado de uma videochamada com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e representantes da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), que apresentaram tecnologias que detectam metanol em bebidas: um canudo que muda de cor em contato com a substância e um laser infravermelho. (Correio Braziliense)
O rapper Hungria, de 34 anos, recebeu alta médica no domingo, após ser internado na última quinta-feira no hospital DF Star, em Brasília. Ainda não se sabe se Hungria foi, de fato, intoxicado por metanol ao consumir bebidas adulteradas. O resultado dos exames deve ser divulgado nos próximos dias. (Infomoney)