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Projeto GNV Seguro amplia segurança e combate instalações clandestinas nos veículos

Sábado, 01 de agosto de 2020

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Santa Catarina está inovando com iniciativa inédita no país na segurança de veículos movidos a Gás Natural Veicular (GNV). O sistema GNV Seguro pretende evitar acidentes no abastecimento de veículos com instalação irregular de gás natural, bem como combater o uso de equipamentos clandestinos. 

O programa permitirá a identificação dos veículos regularizados com rapidez e praticidade, por meio da leitura do chip contido no Selo GNV (documento certificado pelo Inmetro, que deve ser apresentado durante o abastecimento). O piloto do projeto foi apresentado em Florianópolis nesta sexta-feira, 31, e o sistema validado. Caso o sistema identifique irregularidade no selo, a bomba de abastecimento será bloqueada.

“O sistema GNV Seguro, apresentado hoje (sexta-feira, 31) é um projeto pioneiro, inédito no país. Tem o objetivo de aumentar ainda mais a segurança de toda a cadeia de Gás Natural Veicular no nosso Estado, para que, tanto usuários, quanto profissionais, que trabalham no abastecimento nos postos de combustíveis, possam estar mais seguros”, avalia Rudinei Floriano, presidente do Instituto de Metrologia (Imetro) de Santa Catarina.


Rudinei Floriano, presidente do Imetro-SC, testa e aprova Sistema GNV Seguro

50 mil veículos irregulares 

Estima-se que atualmente em torno de 50 mil veículos encontram-se com sistema de GNV instalado de forma clandestina em Santa Catarina, em um universo que conta com frota aproximada de 100 mil unidades regularizadas no Departamento de Trânsito (Detran).

“São veículos com kits de procedência duvidosa, instalados por empresas sem competência técnica atestada pelo Imetro. Sem realizar a inspeção periódica anual em organismo acreditado pelo Inmetro, e sem realizar a regulamentação junto ao Detran”, explica Eduardo Maran Bueno, do Comitê GNV Seguro e presidente da Associação Catarinense dos Organismos de Inspeção (ACOI). 

“O ponto mais eficaz para combater esse mercado clandestino é impedir que o contraventor abasteça o seu veículo”, completa Rudinei Floriano, presidente do Imetro-SC.



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