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HOJE DORMIR ÀS OITO HORAS DA NOITE

Quinta, 13 de fevereiro de 2020

 

JUAREZ ALVARENGA

 

 

 

        Voltando a tempo atrás, percebemos que a humanidade tinha sossego bem maior do que hoje. Dormia com as galinhas e a vida era mar brando em direção a felicidade restrita ao pouco que absorvia da existência. O mundo moderno, é da abundância e da inquietação desenfreada.

        Hoje, resolvi a voltar ao esquema antigo, dormir às oito horas da noite. Nas fazendas antigas os lavradores ouviam a “HORA DO BRASIL”, comiam um feijão da velha e em seguida caiam no sono. Aquele sono faz inveja ao maior vencedor do mundo contemporâneo. Incluo ao mundo mágico do lavrador. Hoje, minha vida tem sentido e eu as tenho sobre minhas rédeas, mantendo a felicidade impregnada na rotina. Digo que já fui peão de rodeio. Sobre o cavalo feroz, era sempre jogado ao chão pela vida. Rastejando, confesso  que tive alguns ferimentos, porém nada fatal. Hoje, de pulso firme sobre o cavalo, comando minha vida com as rédeas da motivação.  ATINGIR O ALVO DA FELICIDADE, QUE É TER UMA MENTE COSMOPOLITA E UMA PERSONALIDADE CAIPIRA. Por isto. posso deitar às oito horas da noite, e, não ver o relógio da igreja bater às oito e meia, como o lavrador de antigamente. É sem duvida o momento que o sono rouba de meu patrimônio instante de felicidade alerta.

        A cama é um paraíso ou um inferno, enquanto somos  seus inquilinos moradores, que paga o aluguel com martírio, ou as compramos definitivamente, e como cativos permanecemos nesta felicidade solida.

        Hoje, ao deitar às oito horas da noite sentir uma sensação de que minha vida está cercada por mim mesmo, nada escapa ao meu domínio. E, neste castelo intimo, vivencial presente percebo que a vida não é mágica, mas minha paz interna faz-me guerrear em sintonia, de quem tem seus incômodos naturais rotineiros, mas que ao deitar são retirados e jogados ao mar profundo, levando, com o nascer do sol, todas as mazelas existenciais, deixando a fluidez de um homem novo, que se locomove no espaço da felicidade.

        Na posição horizontal, ao dormir procuro atingir a verticalidade de meus sonhos, que chegam ao ápice de motivação, e, por isto meu mundo atual, apesar de surreal, tem leveza das águias que atingem alturas imensuráveis.

        Só falta uma mulher, para deitar comigo as oito horas da noite, desfrutando deste momento magico, vendo as nuvens negras dispersarem e o céu clarear de repente.

 



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