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No Mundo da Lua - Sônia Pillon


Sônia Pillon nasceu em Porto Alegre e há duas décadas reside em Jaraguá do Sul. 

Formada em Jornalismo pela PUC-RS e pós-graduação em Produção de Texto pela Univille.

Atuou como repórter, editora, redatora e assessora de imprensa  no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Por mais de 10 anos atuou no jornal A Notícia.  

Sempre se dedicou à literatura e às ações culturais. É autora de “Crônicas de Maria e outras tantas – Um olhar sobre Jaraguá do Sul” e “Encontro com a paz e outros contos budistas”, com participação em antologias de contos, crônicas e poesias.

Publica no Jornal Evolução, no blog soniapillon.blogspot.com e na fanpage "Sônia Pillon Escritora". 

É Presidente de Honra da Seccional Jaraguá do Sul da Academia de Letras do Brasil de Santa Catarina (ALBSC). Integra o Grupo Gestor do Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU) Mestre Manequinha e o Conselho Municipal dos Direitos do Idoso de Jaraguá do Sul.


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Mãe com açúcar

Sexta, 08 de fevereiro de 2019

Ser mãe é quase uma instituição. As mulheres que convivem com a maternidade e seus desafios sabem que tudo muda quando nasce um bebê na família, independente do gênero. É criada uma ligação para toda a vida, transcendental. Me refiro aqui, obviamente, às mães que se sentem profundamente ligadas aos filhos e que se sentem completas por “maternarem”.

É claro que o papel das mães, em amamentar, proteger e educar, se transformou nas últimas décadas, com a busca cada vez mais crescente pelo conhecimento e sucesso na carreira. O tempo com os pequenos diminuiu e o grande desafio é conciliar os papéis de mãe, mulher e profissional. A luta pelo espaço no mercado de trabalho e na vida seguem. Ainda há muito a ser conquistado.

As jornadas duplas e triplas costumam sobrecarregar, principalmente as que criam os filhos sozinhas e são as únicas provedoras do lar. Está aí o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que confirma: a cada censo é constatado um aumento no número de domicílios em que a única fonte de renda das famílias provém do trabalho feminino. Essas cidadãs, que suprem a lacuna deixadas por pais ausentes, são verdadeiras heroínas anônimas e, muitas vezes, invisíveis para a sociedade.

E quando o tempo vai passando e os filhos crescem? Eles geralmente ganham asas e partem, seja para morarem sozinhos, ou para formarem um novo ninho.

Ser mãe é quase uma instituição. As mulheres que convivem com a maternidade e seus desafios sabem que tudo muda quando nasce o bebê, independente do gênero...

E chega o momento em que essa mãe, ao alcançar a maturidade, passa a ser avó. É como se ocorresse uma volta no tempo, um vasculhar na memória, com a diferença de que esse neném, por quem nos encantamos, não foi concebido no ventre dessa mulher. Mesmo assim, ela se sente “mãe” de novo, só que de outra forma.

Semana passada passei a vivenciar essa experiência indescritível ao me tornar avó da pequena Luna, que chegou para iluminar e dar um novo sentido à vida. Agora entendo bem o sentimento de uma “avó babona”. É como ser “mãe com açúcar”...



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