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Padre Antônio Taliari

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Padre Antônio Taliari

Jornalista (DRT 3847/SC)

Missionário em Rondônia, estudando em Curitiba/PR


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27 de novembro de 2016 Domingo: Is 2,1-5 – Sl 121 – Mt 24,37-44 – Rm 13,11-14a

Domingo, 27 de novembro de 2016

M E N S A G E M

de Amor, Esperança e Fé

 

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Neste, 1º Domingo do Tempo do Advento, O Evangelho de Mateus 24,37-44, faz parte dos ensinamentos de despedida de Jesus e preparação dos discípulos missionários. É o chamado discurso escatológico. Jesus já havia anunciado o Reino dos Céus e agora está em Jerusalém. O tempo é de expectativa. O objetivo não é o de assustar, mas convidar para a vigilância constante, a fim de que os seus discípulos missionários não sejam surpreendidos. A linguagem utilizada é através de pequenas parábolas ou comparações, utilizando os sinais dos tempos e os fatos da história. Jesus compara esta geração com a geração que antecedeu o dilúvio, usando quatro verbos: comiam, bebiam, casavam-se e davam-se, em casamento.Embora não sejam ações más, elas distraem do que verdadeiramente está acontecendo.

Na tradição judaica, a geração antes do dilúvio era considerada em modo crítico: as relações sexuais e sociais eram corruptas e obscenas. Havia-se invertido a ordem que o Deus da Vida e da Justiça havia posto na Criação, por isso foi necessário purificá-la com a água. Aquela geração não se deu conta do que estava para vir, a não ser o justo e íntegro Noé que caminhava com Deus.

O destino não é igual para todos. Deus não faz um juízo arbitrário, mas individual, dependendo da condição de cada pessoa. Vivendo no mesmo mundo, dois homens podem estar trabalhando juntos no mesmo campo. O primeiro, sendo justo e vigilante, será salvo; o outro, vivendo ao modo do mundo, não será. Da mesma forma, as duas mulheres que podem estar moendo no mesmo moinho, mas se tiverem comportamentos diferentes terão destinos diversos.

O ladrão busca a ocasião, por isso prefere a surpresa, o momento certo, sobretudo quando tudo parece calmo e tranquilo, é sua vez de atacar. Se o ladrão avisasse a hora, ninguém seria assaltado, pois se protegeria. Diferente da visita amiga que anuncia o dia e a hora em que vai chegar, o ladrão busca surpreender suas vítimas. O recurso para evitar a surpresa desagradável é a conclusão deste Evangelho: homens e mulheres, donos das casas, devem estar vigilantes o tempo todo, evitar que os problemas do mundo desviam a atenção para aquilo que é passageiro.

É importante notar que este discurso de Jesus não é de ameaça ou de castigo. Jesus convida para que estejamos sempre de prontidão, vigilantes e perseverantes. E assim quando chegar a sua visita, ou o dia da nossa morte, esta não seja uma surpresa desagradável. Como o homem que construiu a casa sobre a rocha e não sobre a areia, devemos estar atentos e preparados para acolhermos a visita do Filho de Deus.

Que este período de Advento que estamos iniciando seja o tempo da espera fiel e perseverante; e assim nosso coração se abrirá como a gruta que acolheu o Menino que veio nascer entre nós! 

 

28/11/16 – Seg: Is 4,2-6 – Sl 21 – Mt 8,5-11

29/11/16 – Ter: Is 11,1-10 – Sl 71 – Lc 10,21-24

30/11/16 – Qua: Sl 18 – Mt 4,18-22 – Rm 10,9-18

01/12/16 – Qui: Is 26,1-6 – Sl 117 – Mt 7,21.24-27

02/12/16 – Sex: Is 29,17-24 – Sl 26 – Mt 9,27-31

03/12/16 – Sáb: Is 30,19-21.23-26 – Sl 146 – Mt 9,35-10,1.6-8

 

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