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Pedro Alberto Skiba

paskibagmail.com;diretoriajornalevolucao.com.br

Pedro Alberto Skiba (Reticências)

Diretor do Jornal Evolução

Conselheiro da Ordem dos Jornalistas do Brasil

Patrono da Associação Catarinense de Colunistas Sociais (ACCS)

Membro da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (Alvi)

Vice-presidente do Conselho Deliberativo  da Federação Brasileira de Colunistas Sociais (Febracos)

Diretor de Comunicação da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo (Abrajet/SC)

Consul do Poetas del Mundo

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SUA MAJESTADE O AUTOMÓVEL (RETICÊNCIAS)

Domingo, 31 de outubro de 2010

“O instrumento é usado para produzir o objeto. Por exemplo, o alicate é usado na produção de automóveis. Uma vez acabada a produção do automóvel, este serve como meio de transporte. A princípio temos o automóvel como fim, e num segundo momento temos o automóvel como meio”. (Hannah Arendt). Num terceiro momento temos o automóvel como a máquina dominadora que nos torna seu escravo. Lembro de uma leitura há mais de 30 anos (“páginas amarelas” da “Veja”). Interessante, nunca me saiu da cabeça e serve até hoje como um alerta, um balizador de comportamento. Jaime Lerner, o arquiteto ex-prefeito de Curitiba e ex-governador do Paraná já alertava que o brasileiro não sabia morar e priorizava o automóvel. “Você pode verificar na maioria das casas, até nas mais pobres, o maior espaço é dedicado ao automóvel”. Uma máquina feita para ser usada tem que ter espaço suficiente para não bater as portas quando são abertas. Enquanto isso seu proprietário não consegue ler um jornal no banheiro, de tão apertado. Ao entrar no quarto para dormir bate o joelho no pé da cama e o cotovelo no guarda-roupas. Mas, o carro, o automóvel está bem  protegido sem arranhões, observava ele. Nunca mais guardei carro em garagem, passei a usar o espaço. Lembro este fato porque a cada dia fico mais estarrecido com o comportamento de nós, humanos. A rua não pode ter buracos, pois estraga o carro. As calçadas, que são destinadas para nós, gente, têm buracos, desníveis, latões de lixo, orelhões, postes – e ninguém reclama. Todo mundo quer asfalto na frente da casa, mas esquece de fazer calçada e passeio para o pedestre. Dê um giro pela cidade e comprove. Tem gente que deixa de tomar banho, mas não esquece de lavar o carro – e com água tratada pelo Samae. O cidadão não vai regularmente ao médico, dentista, para fazer um preventivo. O carro tem revisões periódicas programadas, trocas de óleo e pneus calibrados. Você pode se acotovelar para assistir um show, um jogo de futebol, mas o carro que o levou tem que ter um lugar espaçoso e seguro. Já observou que sua casa não possuem bip ou qualquer outro sinal que mostre que está em risco? Ah! Claro, precisa de alarme no carro, localizador por satélite e outras modernices mais. As crianças e a patroa, Deus cuida. Já lembrou que se você morreu subitamente  a família fica na pior. Mas se ao carro for destruído num sinistro, o seguro cobre a perda. O plano de saúde é supérfluo, mas a prestação do consórcio é sagrada. Enfim, estamos assistindo a mais um descalabro aqui mesmo em nossa cidade. Os humanos só não têm pressa em usar o carro quando se trata do carro fúnebre. Interessante que em nossa cidade querem extinguir a faixa de pedestres em frente ao shopping, pois ela privilegia os humanos em detrimento ao fluxo dos veículos.

O QUE TEMOS DE BOM
Entre tantas coisas boas, uma que agrada sobremaneira é ouvir o músico Chico Kamienski e seu saxofone. Um instrumento que agrada pela sua sonoridade e ainda mais quando é manejado por um expert, em cujas veias correm notas musicais. Uma ótima opção para sua festa, jantar e animar grupo de amigos sem a agressividade que permite você ouvir boa música e conversar sem a irritação dos tímpanos, além do ótimo repertório. Parabéns, Chico!

BOM EXEMPLO
Enquanto muitos marmanjos alienados e descompromissados consideram o ato de votar uma chatice e apenas uma obrigação a mais, as crianças se divertem e se instruem. Virou moda os pais levarem os pequenos até as cabines de votação – e estes, mais pela curiosidade que a “máquinha” desperta, digitam e confirmam os votos. Uma pesquisa de boca de urna com os pequenos com certeza não teria margem de erro. Até porque criança não mente. Uma bela iniciativa dos pais que assim fazem com que seus filhos cresçam mais politizados e com maior consciência de cidadania.

DUPLICAÇÃO DA BR-280 
O ato presidencial de Itajaí ganhou mais peso político com a decisão do presidente Lula de assinar no porto o edital de licitação para as obras de duplicação da BR-280 no planalto norte catarinense. Projeto complexo, que exigirá recursos de R$ 1 bilhão. O trajeto não é longo, mas exigirá túneis em Jaraguá do Sul e Guaramirim e um extenso elevado no Canal do Linguado, condição para a concessão das licenças ambientais. Deputado estadual Silvio Dreveck (PP), em pronunciamento, solicitou a inclusão do trecho Porto União-Corupá nas obras de duplicação.

COMEÇOU O RACHA
Se aqui já tem gente se achando a última bolacha do pacote por conta da eleição de Raimundo Colombo, imaginem o turbilhão em que navegam os grandes tubarões. Por conta de convite ao economista Ubiratan Rezende, que mora nos Estados Unidos - portanto não participou da campanha e acredito que nem votar veio - a turma mais nova do DEM já se alvoroçou toda. Os bombeiros já se movimentam para apagar o incêndio e espalhar as brasas antes que as labaredas tomem conta e fiquem incontroláveis. É só o começo. Estas coligações, estilo suruba, ménage à trois, são mais ou menos como aquele cidadão que tem quatro amantes e todas moram na vizinhança. Incontrolável. 

DOMINGO É DIA
Agora só tem para um. Acabam-se as acusações, apelações, injúrias e difamações. Uma campanha que não deixará saudades pela forma com que foi conduzida, sem discussões aprofundadas de temas de interesse nacional. Parece que a disputa, como disse o ex-presidente Fernando Henrique – e porque os dois candidatos são da mesma linha –, deixou de ser ideológica para ficar mesmo só na sede pelo poder. Que o eleito seja iluminado e comprometido com a vontade soberana do povo expressa através das urnas. Ouvi até de um político de renome nacional que o Brasil ter três candidatos do nível de Dilma, Serra e Marina é um luxo a que poucos países podem se dar. Claro que a avaliação é de político, mas a escolha é do povo. Ninguém se elege por sorteio. Submetem seus nomes ao voto e através dele conquistam as posições. Portanto, se respeite o resultado e que Deus nos ilumine e igualmente ao novo presidente.

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VENENOSAS

- Na semana passada, os testículos arrancados de um padre de 61 foram encontrados na fossa de uma residência em Arroio do Silva, no sul do Estado. Não confunda órgão do padre com órgão da paróquia.


- Acredito que foi um objeto não identificado – Ovni – procurando o ET que bateu na cabeça do Serra.


- Dizem que quem com Serra fere, com Serra será ferido.


-Do livro “Pequenas Histórias de São Bento” (Donald Malschitzky): “Vejo pessoas com curso universitário, pós-graduação, usando o verbo ‘ponhar’, por exemplo, e cometendo erros terríveis - isso não entra na minha cabeça. Penso que ensinar a falar corretamente, colocar a língua pátria na cabeça da criança desde sempre são obrigações que não podemos abrir mão, caso contrário fica tudo defeituoso”. De Ivanir da Lacerda Fendrich, professora das antigas.


-“Gosto muito daqui, sou reconhecido e tenho muita gratidão por São Bento do Sul e pelo Brasil. Sou feliz porque as coisas importantes de minha vida eu as recebi no Brasil, também as amizades” Do médico Julio Teddy de Miranda Ascui – boliviano de nascimento.


- “Tivemos a infelicidade de contar com dois governadores não comprometidos com São Bento. O governador Paulo Afonso, que foi um desastre, e o governador Kleinübing, que foi um tratante. Do empresário Frank Bollmannn - Grupo Tuper.


- Encontraram-se no inferno: José Serra, George W. Bush e a Rainha Elizabeth da Inglaterra. Bush pediu ao diabo uma autorização para fazer uma ligação para os EUA, porque queria saber como ficou o país depois da sua partida.


- O diabo permitiu a chamada e Bush falou durante dois minutos. Ao terminar, o diabo disse que a chamada custava US$ 3 milhões – e Bush fez um cheque e pagou...


- Quando a rainha soube, quis fazer o mesmo, e ligou para Inglaterra, mas conversou durante cinco minutos. O diabo passou a conta, em libras esterlinas, equivalente a US$ 10 milhões.


- Obviamente que Serra ficou intrigado e também quis ligar para São Paulo para ver como havia ficado o Estado, mas conversou por mais de três horas com sua mulher. Quando desligou, o diabo disse que eram apenas US$ 3,50.


- O próprio Serra ficou atônito, porque havia presenciado as cobranças anteriores que duraram muito menos tempo. Então, perguntou ao diabo por que custava tão pouco ligar para São Paulo. O diabo respondeu: “De inferno para inferno a chamada é local...”. 



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