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PGJ coloca painéis de diagnósticos à disposição do Governador eleito para auxiliar em políticas públ



Quinta, 08 de novembro de 2018 19:51

 

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 O Governador eleito de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva, visitou o Procurador-Geral de Justiça, Sandro José Neis, na tarde de terça-feira (6/11). Durante o encontro, o PGJ discorreu sobre a implantação interna de painéis de análise de dados em parceria com cerca de 50 órgãos e instituições.     O Procurador-Geral de Justiça, Sandro José Neis, recebeu na tarde desta terça-feira (6/11) a visita do Governador eleito de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva. O encontro, que ocorreu no Gabinete do PGJ, contou com a presença do Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos, Cid Luiz Ribeiro Schmitz, do Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Institucionais, Fabio de Souza Trajano, e do Secretário-Geral do Ministério Público, Promotor de Justiça Fernando da Silva Comin.

Acompanhado de integrantes da equipe de transição, o Governador eleito falou sobre a importância do trabalho do Ministério Público, do fortalecimento do controle interno do Estado e da tecnologia como mecanismo de transparência. "Temos que rever uma série de coisas. O que a gente está fazendo hoje não está servindo mais. Há um recado claro da população. A população está contando com que a gente proponha mudanças e que estas sejam acatadas", disse o Governador eleito, durante a reunião, que durou cerca de uma hora. 

Diante do propósito do Governador eleito, o PGJ disse que o MPSC pode auxiliar o governo. Discorreu sobre a implantação interna de painéis de análise de dados em parceria com cerca de 50 órgãos e instituições. Tal tecnologia permite a produção de diagnósticos para diversas áreas, como saúde, fazenda, segurança pública e assistência social. "Essa base de informações gera segurança para o gestor. A plataforma está à disposição do Estado", explicou Neis. 

O PGJ também apresentou algumas das mudanças internas empreendidas nos últimos anos, destacando o investimento tecnológico que irá acabar com o papel tanto na atividade-fim quanto na atividade-meio da Instituição. "Os investimentos em Enterprise Resource Planning (ERP) e a moderna reestruturação administrativa recentemente realizada sepultarão o uso do papel. Revisando os fluxos internos, observamos que podemos otimizar todas as estruturas. Com isso, vamos remanejar para a atividade-fim pelo menos 25% dos nossos servidores", disse.

"Meu sonho era assumir no dia 1º de janeiro sem ter papel algum. Não vou conseguir em tudo, mas pelo menos em parte do processo", brincou Moisés. O PGJ, então, lançou um desafio: "Santa Catarina poderia ser o primeiro estado do Brasil a ser 100% digital."


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