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Polícia conclui inquérito que investigou suspeito de pedofilia em Campo Alegre



Terça, 10 de outubro de 2017 16:25

 
 

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Polícia Civil de São Bento do Sul, no Norte catarinense, cumpriu mandados de busca e apreensão no último final de semana para apurar crimes relacionados a pedofilia. Além da investigação em curso pela Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (DPCAMI), a instituição concluiu outro inquérito, que investigava uma denúncia de abuso e produção, armazenamento e compartilhamento de imagens e vídeos de sexo explícito e pornografia infantil. Somente em 2016, em São Bento do Sul, houve a abertura de 31 inquéritos por estupro de vulnerável.

A investigação concluída na semana passada é relativa a situações ocorridas nos municípios de Campo AlegrePenha e Curitiba. Segundo o delegado Cassiano Tiburski, que coordenou as investigações, a polícia chegou ao nome do suspeito, morador de Campo Alegre e que não teve identidade revelada, que tinha por "hobby" fotografar as vítimas e cometeu estupro de vulnerável contra ao menos duas crianças.

O caso foi descoberto depois que uma das vítimas, hoje com 18 anos, revelou para a família que, dos seis até os dez anos, era violentada pelo homem. Ele seria tio da vítima e na época tinha entre 45 e 50 anos. à polícia ela contou que fez a revelação porque a família, residente no Paraná, estava para fazer uma visita ao tio, o qual não visitava desde a infância. 

Ao longo da apuração policial uma outra vítima, atualmente com 12 anos, também foi identificada e foi abusada quando tinha apenas seis anos. As duas garotas receberam atendimento especializado com uma psicóloga da DPCAMI, que acompanharam os depoimentos.

Diligências

O inquérito policial aponta que as crianças, além de vítimas de estupro de vulnerável eram fotografadas nuas e em poses "chocantes com cunho sexual" — ato também configurado crime (Estatuto da Criança e do Adolescente). Em ações de busca e apreensão realizadas na casa dele durante as investigações, foram apreendidos dispositivos eletrônicos contendo mais de quatro mil imagens de pornografia infantil.

Um laudo feito pelo Instituto Geral de Perícias (IGP) de São Bento do Sul apontou que pelo menos 60 fotos eram das vítimas identificadas no inquérito. A Polícia Civil solicitou prisão preventiva do suspeito, mas segundo a delegacia 'o Poder Judiciário entendeu pele desnecessidade, por ora, da medida'. Em caso de condenação, o suspeito pode pegar até 22 anos de prisão.

Atenção e cuidados

O Delegado Cassiano Tiburski adverte para que os pais tenham especial cuidado e atenção com seus filhos, principalmente crianças (menores de 12 anos) quanto a questão de abusos sexuais, por que, em muitos casos, as crianças não contam o que acontece por medo do agressor.

— As crianças devem ser, desde cedo, instruídas para que, por exemplo, não permitam que sejam tocadas nas regiões genitais, e que, se isso acontecer, devem contar para os pais. Esse tipo de conduta já pode configurar o crime de estupro de vulnerável — aponta.

 

Fonte A Notícia


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