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Cléverson Israel Minikovsky (cleversonminikovsky@yahoo.com.br)

Cléverson Israel Minikovsky (Pensando e Repensado)

Advogado

Filósofo

Jornalista (DRT 3792/SC)


Origens da Igreja de Atos



Quarta, 24 de fevereiro de 2016 11:13

Graça e paz, Igreja! Na noite de hoje nos debruçaremos um pouco sobre os fundamentos da Igreja de Atos. E para tanto iniciaremos lendo um trecho do referido livro no capítulo três, versos um a dezesseis. A Palavra diz assim: “Pedro e João iam subindo ao templo para rezar à hora nona. Nisso levaram um homem que era coxo de nascença e que punham todos os dias à porta do templo, chamada Formosa, para que pedisse esmolas aos que entravam no templo. Quando ele viu que Pedro e João iam entrando no templo, implorou deles uma esmola. Pedro fitou nele os olhos, como também João, e lhe disse: “Olha para nós”. Ele os olhou com atenção, esperando receber deles alguma coisa. Pedro, porém, disse: “Não tenho nem ouro, nem prata. Mas o que tenho, eu te dou: em nome de Jesus Cristo Nazareno, levanta-te e anda!” E, tomando-o pela mão direita, levantou-o. Imediatamente os pés e os tornozelos se lhe firmaram. De um salto, pôs-se de pé e andava. Entrou com eles no templo, caminhando, saltando e louvando a Deus. Todo o povo o viu andar e louvar a Deus. Reconheceram ser o mesmo coxo que se sentava para mendigar à Porta Formosa do templo, e encheram-se de espanto e pasmo pelo que lhe tinha acontecido. Como ele se conservava perto de Pedro e João, uma multidão de curiosos afluiu a eles no pórtico chamado de Salomão. À vista disso falou Pedro ao povo: “Homens de Israel, por que vos admirais assim? Ou por que fitais os olhos em nós, como se por nossa própria virtude ou piedade tivéssemos feito este homem andar? O Deus de Abraão, de Isaac, de Jacó, o Deus de nossos pais glorificou seu servo Jesus, que vós entregastes e negastes perante Pilatos, quando este resolvera soltá-lo. Mas vós renegastes o Santo e o Justo e pedistes que se vos desse um homicida. Matastes o Príncipe da vida, mas Deus o ressuscitou dentre os mortos: disso nós somos testemunhas. Em virtude da fé em seu nome foi que esse mesmo nome consolidou este homem, que vedes e conheceis. Foi a fé em Jesus que lhe deu esta cura perfeita, à vista de todos vós””. Irmãos, a Igreja de Atos dos Apóstolos, como o próprio nome do livro santo sugere, é apostólica. Mas não apenas isto. Apesar de as maravilhas dos apóstolos terem sido realizadas sob a ação do Espírito Santo, a Igreja Primitiva pode ser reconhecida como cristocêntrica. Porque assim como Cristo veio cumprir o propósito do Pai, o Espírito Santo veio cumprir o propósito do Filho. Mas se a Igreja Cristã preconizada pelas Escrituras vem a ser cristocêntrica, e se o termo a ser definido não pode entrar na definição, então precisamos por toda força explicar em que consiste o cristocentrismo e o próprio Cristo. Em primeiro lugar devemos dizer que cristocentrismo é a perspectiva teológica que explica o plano de Deus para o universo a partir da pessoa de Cristo. Isto posto, precisamos explicar quem vem a ser o Cristo. Cristo não foi apenas filho adotivo de José e rebento da Virgem Maria. Não foi apenas carpinteiro e frequentador da Escola Sabática. Não foi apenas descendente de Davi. Embora tudo isto, por si só, já não seja pouca coisa. Ele era o prometido. Como já foi pregado neste púlpito, pode-se dizer que a mensagem central no Antigo Testamento é “o Messias virá”, dos Evangelhos, “Deus está entre nós” e de Atos em diante “Cristo voltará”. Quem sabe, por conta de nossa estreiteza de horizontes possamos pensar que o Deus do Antigo Testamento é mais realista do que o do Novo. Mas não, a mensagem de Cristo projeta luz sobre o Antigo Testamento. E quem acha que religião de verdade é aquela que torna às origens, fique alertado que Deus não quer que sejamos judeus fechados às verdades neotestamentárias. O texto de Atos é claro: O Deus de Abraão, de Isaac e Jacó, o Deus de nossos pais e o Deus de Jesus Cristo é um e exatamente o mesmo. A impressão de descontinuidade entre o Antigo e o Novo Testamento se deve a uma humana frustração em relação à pessoa do Messias. Os judeus esperavam um líder político e militar, mas veio um líder espiritual e pacifista. É extremamente empolgante e muito válido para a vida espiritual do cristão ler e estudar livros de teologia judaica. Os rabinos encontram revelações na Torá impressionantes e de grande valia. Contudo, o ponto frustrante da teologia judaica tradicional é que os rabinos se referem ao Messias como alguém que está para vir. A mensagem do dia de hoje diz o óbvio: Jesus é o Cristo. Agrade ou não, Jesus Cristo é o Messias e o Salvador do mundo. Assim como Abraão não nega Isaac em sacrifício, Deus Pai nos entrega o Cristo, seu Unigênito para morrer por cada um de nós. E assim como a serpente era erguida no deserto também Cristo foi ostentado no madeiro. O Deus de Moisés é um Deus de relacionamento: exigiu de Moisés quarenta dias e quarenta noites de intimidade profunda na montanha. E o que ensinou Jesus Cristo: amor a Deus e ao próximo, ou seja, referendou o modo correto como devemos nos relacionar com a Pessoa Divina de Deus Pai e com as pessoas humanas que são nossas semelhantes e próximas. Deus é didático: para um povo de dura cerviz foi revelado o Senhor Deus dos Exércitos, para o povo quebrantado por séculos de cativeiro sob o domínio de várias nações foi revelado o Deus que simplesmente é amor e caridade. Israel é o vaso na mão do oleiro. Na cruz o vaso é pulverizado, reduzido a pó. Em Atos este pó é misturado à água e começa-se um movimento de modelagem então. Isto é o que significa ser um homem novo, uma mulher nova. A Babel do desentendimento cede lugar à compreensão de todas as línguas em Pentecostes. A civilização citadina de Nimrod é a primeira a receber a Palavra redentora e salvífica do Evangelho. E num movimento centrífugo, deflagrado da Judeia para o mundo todo, pessoas passam a crer na Boa Nova de Cristo e são batizadas em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, podendo ser salvas, e, o que é melhor, fazendo o Reino de Deus acontecer. Como as coisas se passam nos céus começam a se passar na terra. Assim como os trinta melhores guerreiros de Davi passam a matar gigante como Davi o fez com Golias, agora os apóstolos fazem sinais semelhantes aos realizados por Cristo. Num e noutro caso é o mesmo Espírito quem faz as coisas acontecerem. Pois o mesmo Espírito que é coragem e força, é princípio de cura e de libertação das amarras do pecado. Cristo cumpre todas as profecias relacionadas à Pessoa do Messias. Se os judeus da época de Cristo estavam preocupados com o Império Romano o fato é que hoje nem Império Romano existe, o que desde sempre Deus o sabia. E Deus não está preocupado com as coisas que passam, mas com as que não passam. Quatro são os eixos em torno dos quais giram a vida do homem: economia, política, parentesco e religião. Deus se preocupou mais com esta última porque adrede desejou conceder maior discricionariedade ao homem nas três primeiras áreas. Na cruz fica claro o que o homem dá a Deus: a cruz, ela que é a pior das punições, e o que Deus dá ao homem, o melhor de si, que, no caso, é o próprio Ser. O homem mata o Príncipe da Vida. Pelo maior crime da humanidade, o deicídio, entra a salvação no mundo. Deus retribui o máximo mal com o máximo bem. O Deus a quem servimos, portanto, é irônico. O mesmo Deus que abandona o próprio Filho na cruz a ponto de o mesmo dizer “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?’ é o que pergunta a Adão “onde tu estás?” após o mesmo esconder-se em virtude da vergonha do pecado. O Deus que plantou a árvore do conhecimento do bem e do mal no Éden também plantou a árvore da vida. No primeiro Adão todos pecam e morrem, no segundo Adão todos são santificados e galgam a chance da vida eterna. Deus nos dá liberdade e, no gozo dela, pecamos, já, noutra ponta, somos premiados com a irresistibilidade da graça. Em outros termos, Deus não faz questão que pequemos, pelo contrário, quer que sejamos santos, mas faz questão de que sejamos salvos. Sete alianças: Adão, Noé, Abraão, Moisés, Josué, Davi e Jesus. A mais perfeita é a aliança crística. Quando Adão decai da santidade para o pecado lança maldição sobre o gênero de que é o grão-patriarca, mas Jesus atraiu para si mesmo a maldição que estava posta para a alma do homem e, por isso mesmo, todos que o aceitam têm vida Nele. Adão é o pai de toda a raça humana, Noé foi o remanescente de santidade numa terra cheia de corrupção, Moisés é o libertador usado por Deus para tirar o povo hebreu do Egito, Josué sucede a Moisés e conquista a Terra Prometida por meio da arte militar, Davi é o homem segundo o coração de Deus porque todos os dias, ao menos três vezes por dia, parava para refletir que sentimentos povoavam o seu coração, e Jesus é o que se assenta no trono do Messias na sinagoga e diz “hoje se cumpriu esta palavra”, ainda que tenha que ter fugido do apedrejamento, é o que celebra a ceia com seus amigos, ergue o sétimo cálice e diz “Este é o cálice da nova e eterna aliança”. É o que sofre paixão e morte para no terceiro dia ressuscitar dos mortos. Não por acaso Jonas fica três dias na barriga do peixe para prefigurar os três dias de sepultamento do Cristo. Cristo é a realizabilidade do dito por Isaías e Jeremias e outros profetas. Os judeus dizem que tudo está insinuado na Torá. Pois bem, a Velha Páscoa é prefiguração da Nova Páscoa. No primeiro caso o povo de Deus cruza o Mar Vermelho a pé enxuto e no segundo o Messias vence esplendorosamente a morte. O Deus que proveu a vida do seu povo com o maná agora entrega o corpo e o sangue do seu Filho para que sejamos espiritualmente nutridos. No passado havia a ombreira da porta aspergida com sangue e hoje o que temos é a celebração da ceia. Quem come e bebe desta ceia tem a vida eterna. O holocausto do animal precisava ser feito e refeito. O holocausto de Cristo é único e suficiente, sem carecer de repetição para surtir o efeito almejado que é a salvação de todas as almas que reconheceram o senhorio de Cristo na sua vida. Sábado deixa de ser um dia para ser honra a uma Pessoa, amor não mais é mero sentimento, mas identifica a personalidade de Deus. Cristo é o começo, o meio e o fim de todo judaísmo. Se o ponto alto do judaísmo é o messianismo então precisamos dizer que é impossível não reconhecer a Jesus Cristo como o único, genuíno e autêntico Messias. Moisés e sua Lei foi o que Deus proporcionou ao povo como luz enquanto não era chegada a hora da encarnação do Verbo Divino. João é claro: “Em princípio era o Verbo”. Jesus Cristo e o Espírito Santo estavam ladeando o Deus Criador na ocasião do comando “Fiat lux!”. A Lei era uma força exterior capaz de constranger os homens a demonstrar um determinado padrão de conduta. Mas o Reino de Deus anunciado por Cristo é diferente: a mudança começa pelo lado de dentro. É o entendimento da Palavra “eu quero a misericórdia e não o sacrifício”, e ainda, “rasgai os corações e não as vestes”. Nas Bodas de Caná fica claro que o vinho de Moisés era agradável e apetecível, mas o melhor vinho, guardado para o momento alto, é o de Cristo. A religião de Cristo não é uma religião que manda matar, mas que manda morrer. “Não há maior prova de amor do que dar a vida por seus amigos”. O Evangelho é uma semente. O nosso coração é a terra. Precisamos fazer esta planta vingar dentro de nós. Cristo pregou exatamente a mesma mensagem dos profetas que predisseram sua vinda: arrependimento, mudança de vida e conversão. Não há maior mudança de mentalidade do que uma sincera conversão e aceitação de Cristo como Senhor e Salvador. Isto se chama metanoia. Só o Evangelho é capaz de proporcionar novidade de vida. O homem velho precisa ser sepultado nas águas para emergir dali nova criatura, agora filho de Deus. Tudo o que não é exatamente divino, mas puramente humano, também isto deve estar a serviço do engrandecimento do nome do Senhor. É assim que a função da filosofia, que nasce como uma sabedoria pagã, é ser expressão filosófica do cristianismo, a mais profunda verdade. Quem aceita a Cristo na sua vida é convocado a viver a santidade. E santidade é ausência de pecado, é serviço, é caridade. Deus ama usar os que estão disponíveis. A prova de que Cristo é o prometido pelas antigas escrituras são seus feitos portentosos, os milagres, a sublimidade de sua doutrina, supra-humana, pois humanamente não se vislumbra amar o inimigo, e a vitória sobre a morte. No lenho da cruz são vencidos o diabo, o pecado, a doença e a morte. Na cruz o poder temporal é derrotado pelo poder espiritual. Quem acata as verdades veterotestamentárias mas nega a Cristo procede como um anfitrião que arruma sua casa para receber uma visita especial e, no momento da chegada, deixa a visita para fora da porta. Os preparativos não podem ser mais exaltados do que a Pessoa para a qual eles servem de adorno. Cristo conhecia perfeitamente as Sagradas Escrituras não só por ter acesso aos rolos, mas em primeiro lugar porque todo o texto bíblico é, para Ele, autobiográfico. O cristianismo é esse sumo ensinamento que começa como religião dos desventurados e que se consolida como religião dos intelectuais. Seita judaica a ser consignada em pergaminhos redigidos em grego. De espetáculo para pagãos a religião oficial do Império, nossa missão é fazer com que todos possam ser ganhos para Cristo de maneira tal que cada um diga “eu sou cristão, a verdade de Cristo é a minha própria verdade pessoal” sem que se apele a expedientes de persuasão humana. O cristianismo não pode ser só um fenômeno social. Ele até pode ser isto, mas precisa ir muito além. O cristianismo é o tomar a cruz, é a imitação de Cristo. É dizer com Paulo que “viver é Cristo e morrer é lucro”. Paulo quando caiu do cavalo viu a Cristo e depois desta experiência pregou o Evangelho até o último dia da sua vida. Que a experiência de Paulo possa nos servir de alerta. Pois somos desafiados a crer sem ver e a crer sem ter certas experiências. Aliás, as experiências místicas com Deus só se desencadeiam após a demonstração vigorosa de uma fé inabalável. A fé precede a intimidade com Deus e não o inverso. A aceitação da Palavra traz o entendimento e o entendimento traz a aceitação. Daí que o pré-requisito para o ingresso no caminho da vida eterna é a boa-vontade. Deus resiste aos soberbos e aos homens de má vontade.  O pregador pode abrir a mente do ouvinte, mas o ouvinte precisa já chegar com o coração aberto se o que busca são os bens do espírito. Por que Cristo veio como pessoa humilde e não como filho de rei? Por que nasceu em estrebaria e não em berço de ouro? Por que nasceu em Belém e não em Jerusalém? Justamente porque “Deus usa as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias e as que não são para confundir as que são”. Para o mundo a cruz é uma loucura. Mas é Salomão em Provérbios que nos alerta de que “devemos confiar em Deus de todo o coração e não nos estribarmos em nosso próprio entendimento”. A Igreja de Atos é esta: uma Igreja nova, calcadas nos mais vetustos princípios espirituais. A Igreja de Atos não é um tubo de ensaio espiritual para testar uma doutrina nova. Pelo contrário, ela é a síntese de tudo aquilo que Deus revelou, solidificou e aprimorou ao longo de sua história de amor com o povo de Deus. A Igreja de Atos é o nosso referencial. Ela tem atrás de si toda a sequência de segredos profundos revelados ao povo de Deus através dos seus profetas e mensageiros, e conta com o ímpeto de uma empreitada nova, embebida da mais pura doutrina que supera todas as demais em unção e entusiasmo. O fato de o cristianismo ser a maior religião mundial lhe dá um bom crédito. Mas não é por esta razão que Cristo merece ser adorado, amado e servido. Ele merece tudo isto por ser três vezes santo, pela coerência entre sua prática de vida e a doutrina que ensinou e pelo fato de Deus Pai o ter confirmado como seu Predileto. Estas são as credenciais de Cristo que nos habilitam a amá-lo e tê-lo como Senhor sem reservas, sem receios ou cautelas humanas. Não sejamos tardios em reconhecer Cristo presente entre nós, como estavam vendados os olhos dos discípulos de Emaús. Depois de ressuscitado, Jesus Cristo apareceu a mais de quinhentos irmãos. Depois de dois mil e tantos anos estamos aqui nós, sem vê-lo, sem tocá-lo, mas temos a celebração da ceia e temos o Paráclito Consolador. Quando fizermos uma amabilidade ao menor de nossos irmãos é a Cristo que nós o fazemos. Os profetas falam do órfão, da viúva e do estrangeiro, mas Cristo amplia o número dos felizes declinando quem são os macarianos. Talvez não esperávamos um Messias servo de todos. Esperávamos um novo Davi. Mas Deus quer que sejamos escravos da orelha furada, que ao cumprir todos os afazeres se reconheçam como servos inúteis e que façam mais do que é pedido. Cristo é tão carismático, é tão civilizado, tão polido, tão urbano, tão lhano, tão razoável e radical que não há como reconhecer Nele, outro, senão o Messias. Ele não veio para abolir a Lei, mas para levá-la ao aperfeiçoamento. A letra cede lugar ao espírito. O que antes matava passa a vivificar. A redação literal cede lugar à intenção do propósito de Deus com a Revelação. O critério fica mais apertado. Antes não se podia adulterar e agora não se pode nem desejar. A cada um cabe fazer a proerese, ou seja, a opção radical de vida, aceitando ou não a Cristo como Messias e Filho de Deus. Todavia, na parusia, a Segunda Vinda Gloriosa de Cristo, Ele virá na qualidade de Juiz e irá julgar a cristãos e não cristãos. Cada um analise e veja se é melhor ser julgado por um Juiz desconhecido ou por um Juiz a quem sempre se serviu e obrou conforme seu desejo. Maranatá!


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