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Luiz Carlos Amorim - Florianópolis/SC

Fundaador e Presidente do Grupo Literário A ILHA em SC, que completa 39 anos de atividades literárias e culturais neste ano de 2019 . Cadeira 19 da Academia Sulbrasileira de Letras. Mora atualmente em Lisboa.

 

Editor das Edições A ILHA, que publicam as revistas SUPLEMENTO LITERÁRIO A ILHA,  MIRANDUM (Confraria de Quintana) e ESCRITORES DO BRASIL, além de mais de 50 cem títulos livros de vários géneros, antologias e edições solo.

 

Editor de conteúdo do portal PROSA, POESIA & CIA., do Grupo Literário A ILHA.

 

Autor de 32 livros de crônicas, contos,  poemas, infanto-juvenil, história da literatura, três deles publicados no exterior, em inglês, francês, italiano e inglês, além de poemas publicados em outros países como India, Rússia, Espanha, Grécia, etc.

 

Colaborador de revistas e jornais no Brasil e exterior – tem trabalhos publicados na Índia, Rússia, Grécia, Estados Unidos, Portugal, Espanha, Cuba, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Espanha, Itália, Cabo Verde e outros, e obras traduzidas para o inglês, espanhol, bengalês, grego, russo, italiano, francês, alemão.

 

Colaborador em vários portais de informação e cultura na Internet, como Rio Total, Telescópio, Cronópios, Alla de Cuervo, Usina de Letras, etc.

 


O LIVRO E A "CULTURA OFICIAL"



Terça, 29 de outubro de 2019 18:11

O dia 28 de outubro foi Dia Nacional do Livro. E não houve, de novo, muito a comemorar, infelizmente. É importante ver como livro e leitura têm sido tratados, nos últimos tempos, pela cultura oficial.

Uma Lei do Livro já existia, no Brasil, desde 2003. Tinha o número 10.753 e o objetivo era  instituir a Política Nacional do Livro e da leitura no país, sendo que uma de suas diretrizes mais importantes era, segundo o Art. 1º Inciso I, "assegurar ao cidadão o pleno exercício do direito de acesso e uso do livro”, assim como também fomentar e apoiar a produção, a edição, a difusão, a distribuição e a comercialização do livro; estimular a produção intelectual dos escritores e autores brasileiros tanto de obras científicas como culturais; promover e incentivar o hábito da leitura; instalar e ampliar no País livrarias, bibliotecas e pontos de venda do livro.”

Não foi bem o que aconteceu nos anos seguintes e, em 2011, a ex-presidente Dilma assinou o decreto 7559, que criava o PNLL – Plano Nacional do Livro e da Leitura, que consistia em “estratégia permanente de planejamento, apoio, articulação e referência para a execução de ações voltadas para o fomento da leitura no País.” O objetivo do decreto, tendo em vista o disposto nos arts. 1º, 13 e 14 da Lei nº 10.753, era “a democratização do acesso ao livro; a formação de mediadores para o incentivo à leitura; a valorização institucional da leitura e o incremento de seu valor simbólico e  o desenvolvimento da economia do livro como estímulo à produção intelectual e ao desenvolvimento da economia nacional.”

E tanto a lei quanto o decreto vigoraram a partir de suas publicações, mas nem uma nem outra tiveram o cumprimento que deveriam. Tanto, que no dia primeiro de outubro de 2013  aconteceu uma audiência pública sobre políticas públicas de incentivo ao livro e à leitura, em Brasília, promovida pela Comissão de Educação, na Câmara dos Deputados. O evento discutiu a construção de uma política de Estado para o livro, leitura, literatura e biblioteca, que institucionalize o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), o Fundo Setorial Pró-Leitura e o Instituto Nacional de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas. Isso foi o resultado de uma oficina que aconteceu nos dias 30 de setembro e 1º de outubro e que teve a audiência pública como parte integrante da agenda. O evento foi promovido pelo Ministério da Cultura (MinC), órgão governamental responsável pela proposta de construção de uma política de Estado para o livro e a leitura, em parceria com o Ministério da Educação (MEC). 

A respeito da criação do Fundo Setorial Pró-Leitura e do Instituto Nacional do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas, a promessa é que o primeiro servirá para financiar e o segundo, para executar, de forma mais específica, a política de Estado para o setor do livro e leitura.

Será que agora a coisa está andando? Não é o que parece. Ainda mais com o atual governo, que não prioriza a cultura. Muita promessa, lei, decreto, etc., já foram feitos para incentivar o hábito da leitura e melhorar o acesso ao livro, mas nem tudo se cumpre. É deveras preocupante. Um país que sucateia a educação não incentiva a leitura.

 


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