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No Mundo da Lua - Sônia Pillon

Sônia Pillon nasceu em Porto Alegre e há duas décadas reside em Jaraguá do Sul. 

Formada em Jornalismo pela PUC-RS e pós-graduação em Produção de Texto pela Univille.

Atuou como repórter, editora, redatora e assessora de imprensa  no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Por mais de 10 anos atuou no jornal A Notícia.  

Sempre se dedicou à literatura e às ações culturais. É autora de “Crônicas de Maria e outras tantas – Um olhar sobre Jaraguá do Sul” e “Encontro com a paz e outros contos budistas”, com participação em antologias de contos, crônicas e poesias.

Publica no Jornal Evolução, no blog soniapillon.blogspot.com e na fanpage "Sônia Pillon Escritora". 

É Presidente de Honra da Seccional Jaraguá do Sul da Academia de Letras do Brasil de Santa Catarina (ALBSC). Integra o Grupo Gestor do Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU) Mestre Manequinha e o Conselho Municipal dos Direitos do Idoso de Jaraguá do Sul.


A Mítica do Um



Sexta, 25 de janeiro de 2019 00:00

Existem muitas associações relacionadas ao número um. Por abrir caminho entre os demais algarismos que o seguem, o “um” é apontado como um abre-alas e também é linkado a tudo o que é considerado top de linha. Para os adeptos da numerologia, o um representa o pioneiro, o destemido que dá a cara à tapa, o líder corajoso, não raro desacreditado pelos que o rodeiam. Muitos dos que resistem às mudanças e se negam a correr riscos, saindo da zona de conforto, intimamente até torcem para que os pioneiros “quebrem a cara”.

Geralmente classificados como “loucos”, curiosamente esses indivíduos inovadores passam a ser seguidos rapidamente pelos demais, quando bem sucedidos. Sobre isso, nunca é demais lembrar de que o medo paralisa e que todos os avanços só ocorrem porque existem pessoas audaciosas.

Mas também não custa lembrar de que não existem caminhos prontos: tudo o que é iniciado exige perseverança e tentativas, com acertos e erros, até que seja alcançado o resultado almejado. Mas se a gente não tentar, como saber se haverá avanços, não é mesmo?

Entendo que esse tipo de postura vale para tudo. O ser humano tem a tendência de se acomodar e só aceitar a mudança quando está no fundo do poço, ou prestes a cair no abismo. Será que estou exagerando?

Essa mesma analogia podemos remeter ao mês número um. Vale lembrar que janeiro chegou com novos governos. Temos uma “casa” que precisa de restauração, através do resgate dos valores éticos, e de uma faxina geral, para retirar os entulhos acumulados ao longo dos anos e o lixo depositado por debaixo do tapete. Há um clamor geral pelo fim da corrupção e pela punição aos ladrões da nação brasileira.

Janeiro também combina com boas expectativas, com lista de metas a serem executadas, com a determinação de começar um ano com o pé direito. Se queremos mudança, precisamos mudar! O pacifista indiano Mahatma Ghandi tinha razão quando disse que temos de nos tornar a mudança que queremos ver no mundo. E nada melhor do que iniciar o ano com essa determinação.


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