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Luiz Carlos Amorim - Florianópolis/SC

Fundaador e Presidente do Grupo Literário A ILHA em SC, que completa 39 anos de atividades literárias e culturais neste ano de 2019 . Cadeira 19 da Academia Sulbrasileira de Letras. Mora atualmente em Lisboa.

 

Editor das Edições A ILHA, que publicam as revistas SUPLEMENTO LITERÁRIO A ILHA,  MIRANDUM (Confraria de Quintana) e ESCRITORES DO BRASIL, além de mais de 50 cem títulos livros de vários géneros, antologias e edições solo.

 

Editor de conteúdo do portal PROSA, POESIA & CIA., do Grupo Literário A ILHA.

 

Autor de 32 livros de crônicas, contos,  poemas, infanto-juvenil, história da literatura, três deles publicados no exterior, em inglês, francês, italiano e inglês, além de poemas publicados em outros países como India, Rússia, Espanha, Grécia, etc.

 

Colaborador de revistas e jornais no Brasil e exterior – tem trabalhos publicados na Índia, Rússia, Grécia, Estados Unidos, Portugal, Espanha, Cuba, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Espanha, Itália, Cabo Verde e outros, e obras traduzidas para o inglês, espanhol, bengalês, grego, russo, italiano, francês, alemão.

 

Colaborador em vários portais de informação e cultura na Internet, como Rio Total, Telescópio, Cronópios, Alla de Cuervo, Usina de Letras, etc.

 


A POESIA NA MÚSICA



Segunda, 12 de novembro de 2018 00:00

 

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 Por Luiz Carlos Amorim – Escritor, editor e revisor – Fundador e presidente do Grupo Literário A ILHA, com 38 anos de trajetória, cadeira 19 na Academia SulBrasileira de Letras. http://lcamorim.blogspot.com.br

Mais uma iniciativa interessante e meritória para popularizar a poesia. Ao invés de distribuir a poesia impressa, ou exibi-la em varais como se fosse roupa, no meio do caminho do leitor, ou ainda recitá-la em lugares diversos, que as maneiras mais tradicionais de apresentar esse gênero literário, além do novo suporte muito democrático que é a internet, nos dias de hoje, descobriu-se uma nova maneira de levar poemas até o público.

São os “poemas sonoros”, inventados por um grupo de Joinville, que seleciona peças das obras de poetas catarinenses e os entrega a compositores da cidade para musicá-los. Então esse grupo canta os poemas musicados para o público.

Não é uma boa iniciativa? Eu tenho um poema musicado por um maestro pernambucano e sei que esse é um recurso belíssimo, aliar música à poesia, integrar música ao poema. A música “O Natal que eu quero” é meu cartão de Natal, que envio todo ano por e-mail a amigos e para a família.

Não que já não existam poemas de poetas consagrados musicados por grandes compositores, gravados por grandes nomes da música popular brasileira. Mas é uma grande ideia, sem dúvida nenhuma, pegar os poemas de poetas catarinenses e torna-los letras de músicas, para tornar a poesia catarinense mais conhecida e apreciada.

É a descoberta de um novo caminho para fazer a poesia chegar até o leitor. E precisamos de novas alternativas para tornar a poesia um gênero mais lido, mais apreciado. Porque a poesia é necessária. Sem poesia, o mundo é mais duro, mais cruel, menos sensível e menos humano.

Então, poetas-compositores-cantores, como Pierre Aderne, continuem fazendo seu trabalho de levar a sua poesia até nossos ouvidos, caminho para o coração.

 


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