OPINIÃO
DE UM LIVRE PENSADOR
“Posso não concordar com nenhuma
das palavras que dizeis, mas defenderei até a morte
teu direito de dizê-las.” Voltaire
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Liderança,
autoridade & poder - relacionamentos...

A nossa vida é repleta de escolhas e as escolhas
que fazemos, fazem a nossa vida. Escolha é algo
que merece uma atenção maior, ainda mais
quando se trata de relacionamentos, pois estes poderão
vir a ser pontes ou abismos diante de nossos dias, assim
como poderão vir a ser mãos a nos puxar
para cima ou a nos direcionar para a direção
errada ou ainda a nos derrubar. Quem nunca ouviu a frase
que diz “Diz-me com quem andas e dir-te-ei
quem tu és”? Pois bem, é
nos relacionamentos que a lei do “opostos se atraem”
não funciona, pois geralmente se dá ao
contrário, mesmo que aparentemente possa vir
a parecer sê-lo como diz a lei. Muitas vezes até
pode parecer o outro o contrário de nós,
mas na verdade é uma parte de nós no outro,
como se o outro fosse um desejo nosso de ser não
realizado, quem sabe até por medo ou por não
crermos que possamos vir a ser daquela forma também,
mas, o contrário de nós, o outro, com
o qual nos relacionamos, não o é. Um futuro
melhor é plantado além de um escola com
excelentes mestres, material didático de primeira
e notas máximas nos estudos, mas sim através
dos contatos sociais ali proporcionados, os tipo de
pessoas que fazem parte deste contexto e com quais delas
resolvemos comungar o sentimento de amizade maior. Criar
laços adequados, seja na escola, na universidade
ou no trabalho, é relevante para que tenhamos
uma estrada mais transitável no nosso futuro
próximo. De pouco ou nada adianta nos darmos
bem com todo o grupo se não elegermos alguns
elementos - chave para firmarmos a relação
e estreitarmos os laços. Existem diversos níveis
de relacionamentos e temos contatos com milhares de
indivíduos em nossa vida desde que nascemos,
sendo que a maioria deles tem um impacto deveras limitado
em nossa história, mas outros poucos são
tão intensos que podem até mesmo mudar
o rumo de nossa própria vida. Os relacionamentos
passam por diversos estágios, sendo o primeiro
o da superficialidade, no qual não
temos compromissos maiores um com o outro, dos quais
até sabemos seus nomes, profissão e alguns
detalhes, mas não são amigos de fato.
Como exemplo cito as pessoas que frequentam o mesmo
horário de missa ou da academia que nós.
O próximo estágio é o estrutural,
o qual se distancia do primeiro, pois os sujeitos estão
envolvidos em encontros fora de um contexto ordinário
e são dados em maiores contatos diários,
mesmo que rotineiros, como nas faculdades e no trabalho.
Alguns relacionamentos suplantam os dois primeiros estágios
e passam para o terceiro, o de nível
seguro. Neste, existe uma maior confiança
entre os envolvidos, bem como se sente um elo maior
entre os mesmos e um desejo de estar em contato fora
da rotina, para que laços sejam estreitados.
É neste terceiro ponto que realmente
podemos dizer que estamos iniciando uma amizade de fato
e não mais se trata de um singelo coleguismo.
Finalmente, superadas as etapas anteriores, entramos
num relacionamento realmente sólido. Neste
estágio acontecem confidências e o relacionamento
durará por muito tempo, sendo que seus participantes
pertencem a um nível relacional estreito, íntimo
e que poderemos chamar, em alto e bom som, de amigos
os pares deste nível de relacionamento. A influência
de uma pessoa sobre a outra se dará proporcionalmente
ao estágio em que se encontra este relacionamento.
Claro que, mesmo um relacionamento sólido e já
de um período longo de duração,
pode retroceder, e isto geralmente se dá pelo
distanciamento entre as partes - e ocorrerá,
pois somos seres livres e individuais, sendo que cada
qual se desenvolve num ritmo muito particular, então,
não são poucas das vezes que vemos pessoas
que eram nossos ídolos, perderem o trono diante
de nós, devido a que, se não as superamos,
nos igualamos a elas. Como sempre digo, o ser humano
é como uma esponja a sugar um ao outro, e este
é o elo da amizade, mesmo entre casais. Por isso
é importante estarmos nos aprimorando constantemente
e sermos sempre interessantes, termos sede de conhecimento,
mantermos a mente aberta ao novo e, principalmente,
estarmos sempre revendo nossos conceitos mais enraizados
e estarmos sim dispostos a mudar o que tem que ser mudado
(mutatis mutandis). Assim é na vida de cada qual,
e um líder não pode deixar de ter em mente
este mecanismo e usá-lo com visão de sabedoria,
não somente para seu próprio benefício,
mas de todos que o cercam, bem como aos seus subordinados.
Na imagem ilustrativa temos o símbolo no idioma
japonês, escrito em Kanji, o qual lemos
“yuujou” e significa Amizade.
(Carlos Alberto Hang, palestrante desde
1995)
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É
com imenso pesar que recebi a informação a respeito
do falecimento do querido ator e diretor da Rede Globo, Perry
Salles, ex-marido da atriz Vera Fischer, o qual morreu
no dia 17 de junho, e com o qual mantinha eu contato há
anos, sendo ele também leitor de minhas colunas. Desde
que o conheci pessoalmente, virei seu fã diante da sua
simpatia e, principalmente, sua cultura elevadíssima.
Sinto-me frustrado em não ter podido acatar o pedido
de ajuda que ele me fez ano passado, que era de trazer seu novo
espetáculo a Santa Catarina, sendo que agora não
mais teremos a oportunidade de voltarmos ao caso em questão
e a tê-lo conosco. Mas fica aqui a certeza de que ele
marcou decididamente sua presença no meio de nós.
E suas palavras sobre minha pessoa e meu trabalho, elogiados
por ele, estarão marcadas para sempre em mim. Obrigado
Pierry!!! Na imagem, este seu colunista com o eterno Pierry
Salles!!!
Foto:
Paulo Mendel

Meu
querido amigo de Alfena (MG),
Bruno Gustavo Silva Alves, comemora mais um
ano de vida no dia 30 de junho. Bruno é acadêmico
do curso de Medicina e já avisou que está afivelando
malas para passar suas férias de julho no maravilhoso
Balneário Camboriú. Eu ainda gostaria de vê-lo
concorrer ao título de Mister Brasil pois, como já
disse a ele, será um excelente candidato. Parabéns
e felicidades ao aniversariante!!!
Foto:
Divulgação
GUIA
DE ETIQUETA & APRIMORAMENTO SOCIAL
Etiqueta
Comportamental para Crianças: crianças
à mesa...

Um
dos maiores desafios dos pais é fazer refeições
com crianças à mesa sem se estressarem. Pode até
ser estressante, mas é neste local que os laços
se fortalecem e onde proverão ensinamentos que irão
marcar a vida daquela criança. Os pais devem respeitar
os limites psico-motores de cada idade diante das exigências
que fazem aos filhos. Ensinos como respeito, comer adequadamente
e o valor dos alimentos na vida das pessoas, bem como a troca
de experiências diárias e sentimentos podem ter
como palco a mesa de refeição. Para que as crianças
aprendam, não precisa-se usar de punições
e situações conflitantes, pois o que elas precisam
é de explicação de como se faz da melhor
maneira alguma ação e, ainda mais do que verbalização,
as crianças aprendem muito mais através da repetição.
Logo, o exemplo dos adultos diante dos comportamentos à
mesa falarão muito mais alto ao aprendizado dos filhos
do que milhares de ordens dadas de comportamento. Se a criança
gosta mais de uma membro da família, use-o como exemplo
e diga para fazer igual, mas aprender por repreensão
é patético e dificilmente aciona um aprendizado
de fato. A arte da etiqueta à mesa com as crianças
começa com o respeito e o aprendizado através
da imitação da ação dos adultos,
os quais dão, sim, limites, mas também bons exemplos.
(by Carlos Alberto Hang, professor e consultor
de etiqueta social desde 1995)
Mehr
Licht
“O encontro de duas personalidades assemelha-se
ao contato de duas substâncias químicas:
se alguma reação ocorre, ambos sofrem uma
transformação.”
(Carl Gustav Jung, psiquiatra suíço,
1875-1961) |
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