OPINIÃO
DE UM LIVRE PENSADOR
“Posso não concordar com nenhuma das palavras
que dizeis, mas defenderei até a morte teu direito
de dizê-las”. Voltaire
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Educação
Infanto-Juvenil -
a nova Lei em questão...
A polêmica de destaque no momento está
em torno do Projeto de Lei que proíbe aos pais
usarem castigos físicos de qualquer ordem como
forma de educação aos seus filhos. Antes
de mais nada, de um lado deveriam os pais e mães
terem vergonha de precisarem de uma lei como esta, e
do outro lado, que direito tem o governo de adentrar
aos lares e dizer aos pais como devem educar aos seus
próprios filhos? Quando às punições
que excedem o bom senso, já temos leis suficientes
que os tratam como crime, o que falta é o óbvio,
educação, isto é, educar
sobre os melhores métodos de se educar.
É evidente que se entende que a tal nova lei
não remeterá para a cadeia os pais transgressores
em primera ordem, mas tem caráter educativo,
os quais serão encaminhados a atendimentos e
orientação com profissionais diversos.
A lei fala a respeito de beliscões, ofensivas
verbais e palmadas, por exemplo. O Estatuto
da Criança e do Adolescente (ECA), o
qual foi sancionado em 13 de julho de 1990, regulamenta
nos artigos 227 e 228 da Constituição,
de ser dever da família, da sociedade
e do Estado assegurar, com absoluta prioridade, o direito
à vida, à saúde, à alimentação,
à educação, ao lazer, à
profissionalização, à cultura,
à dignidade, ao respeito, à liberdade
e à convivência familiar e comunitária.

Leis,
leis e mais leis, de pouco adiantam se não ocorrer
de fato movimentos educacionais adequados com a realidade
do país e, em particular, da região. O
problema também está no mundo dos teóricos,
os quais baseiam suas orientações sobre
outros teóricos e sobre amostragens estatísticas,
o que dificilmente terão caráter abrangente
como gostaríamos, logo, deve sempre ter nuances
a se considerar. Outro tópico é a questão
individualizante, pois cada caso é um caso, e
nenhum filho vem com manual de instruções
de como educar, e se viesse, teria que ter um compêndio
diferente para cada qual, pois nenhum ser humano é
igual aos demais, logo, não se tem receita universal,
mas orientações diante de ideais. Para
mim, esta movimentação toda diante desta
nova lei não vai muito além do que uma
falácia governamental e das instituições
envolvidas, pois posam como preocupados com as inocentes
crianças e com a família, e numa amplitude
nacional sobre esta questão em foco, ficam simpáticos
a receberem mais simpatizantes e mais votos, pois como
acontece na questão da dependência química,
em que o governo gasta verbas impensadas em propagandas
a esse respeito, ao mesmo tempo, deixa as clínicas
de tratamento de dependentes com verbas ínfimas,
porque nelas não dá tanta divulgação
de seu trabalho, isto é, não fica tão
evidenciado quanto na televisão, por exemplo.
Como a Lei Maria da Penha, a qual é merecedora
de todo mérito, mas se tem demonstrado desfavorável
diante de muitos casos, em que mais está parecendo
de caráter censitivo, do que de real socorro
às vitimas, pois teoricamente é relevante,
mas ainda não se conseguiu abranger ações
profissionais adequadas e reparadoras. Se o
governo está tão preocupado com a educação
infantil, que mude as políticas salariais dos
professores, dando destaque maior para os de educação
infantil, os quais devem ter um dos maiores
salários e preparo especial, como ocorre nos
países desenvolvidos, pois é a raiz da
educação do ser humano, o alicerce plantado.
Ainda, que realmente se preocupe em oferecer uma vida
digna aos cidadãos, com salários e oportunidades
adequadas, pois como dizer para um pai e uma mãe,
que trabalham o dia inteiro dentro de um cenário
injusto e desfavorável e, ao chegarem em casa,
se deparam com mais problemas com seus filhos, sendo
que, diante do estresse vivido, operam ações
inadequadas diante deles, então como segurar
o tom de voz agressivo destes pais, ou mesmo um beliscão
diante da birra de seus filhos, os quais demandam o
que a mídia fomenta e, os pais, frustrados, se
sentem incampazes de realizar? Não teremos mais
pais dando tapinhas, beliscões ou gritos com
seus filhos diariamente, se estiverem envoltos numa
atmosfera justa e repleta de esperança num futuro
seguro. Para os casos de agressão física
propriamente dita, já temos leis para tais. Só
se tem necessidade de leis quando não se é
educado, portanto, é a educação
que o país precisa e não simplesmte de
leis de caráter eleitoreiro e falso moralista.
O buraco é mais embaixo... (by
Carlos Alberto Hang, palestrante desde 1995)
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A colunista
social Maria Luiza Grein, do jornal
“Tribuna Catarinense”, realizará dia 31 de
julho, sua tradicional feijoada a qual está em sua 8ª
edição. O evento ocorrerá no estacionamento
da Tedesco, na Barra Sul, em Balneário Camboriú.
Este evento faz parte da comemoração ao 46º
aniversário do município e haverá atrações
durante toda a tarde, além da boa música de grupos
de samba e pagode. Parte da renda será destinada às
obras sociais. Camisetas-convite custam R$ 80,00, com direito
à feijoada e bebidas e podem ser encomendadas pelo fone
0**47-3367-3343 ou 9911-3847. Imperdível!!!

A advogada
especialista em Direito Homoafetivo,
Sylvia Maria Mendonça do Amaral lançou
o seu segundo livro, intitulado “Histórias de Amor
num
País sem Leis”, pela Scortecci Editora. Esta nova
obra da advogada, que também é autora do
“Manual Prático dos Direitos de Homossexuais
e Transexuais”, traz casos reais sobre união
estável, partilha de bens na separação
e
herança, além de adoção, inseminação
artificial e registro de crianças em nome de casais do
mesmo sexo. Com o objetivo de mostrar como o Brasil
tem analisado e julgado questões relacionadas aos casais
do mesmo sexo, a autora ressalta que o livro pretende demonstrar
que o Poder Judiciário no Brasil hoje é o único
dos poderes que assume a responsabilidade de determinar regras
quando o assunto é homossexualidade.
GUIA
DE ETIQUETA & APRIMORAMENTO SOCIAL
Enlace
Matrimonial:
Chá de Panela & Chá Bar

Alguns dos mais divertidos momentos pré-nupciais são
o Chá de Panela para a noiva e o Chá
Bar para o noivo ou ambos. O Chá de Panela é
também conhecido como Chá de Cozinha
no Brasil; já nos EUA chama-se Bridal Shower,
na Inglaterra Hen Do e na Austrália,
Ladies Tea ou somente Tea.
É costume em nossos dias ocorrer, simultaneamente ao
Chá de Panela, o Chá Bar, sendo este, neste caso,
uma reunião do noivo com seus amigos. Mas também
podem os nubentes fazerem apenas o Chá Bar, unindo amigos
e amigas de ambos num mesmo evento. Outra opção
é a noiva fazer o Chá de Panela e o noivo o Chá
Bar, e juntos fazerem a Despedida de Solteiro, sendo esta opção
uma maneira muito democrática e madura das partes envolvidas.
Nas próximas colunas tratararei com detalhes cada um
dos eventos e daremos dicas de brincadeiras e formas de entretenimento
diversos. (by Carlos Alberto Hang, professor
e consultor de etiqueta social e empresarial desde 1995)
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Licht
“O que se faz agora com as crianças
é o que elas farão depois com a sociedade”
(Karl Mannheim, sociólogo
judeu nascido na Hungria; Budapeste, 1893 - Londres, 1947)
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